Lyudmyla Marfin é uma capelã voluntária que atua na linha de frente da guerra na Ucrânia, oferecendo apoio espiritual e emocional a soldados enquanto cuida de 18 filhos em casa. Ela se dedica a ajudar os que estão em combate, levando conforto e esperança em meio ao conflito. Lyudmyla, que tem 52 anos e estuda no Seminário Teológico de Kiev, começou sua missão ajudando com alimentos e remédios e, com o tempo, passou a organizar treinamentos e oferecer aconselhamento a soldados. Seu nome militar, “Vira”, que significa “fé”, reflete sua crença e dedicação. Apesar de não estar oficialmente nas Forças Armadas, ela continua a servir, lembrando aos soldados que não estão sozinhos. Sua presença é importante, pois a fé é vivida de forma intensa nas trincheiras, onde muitos soldados buscam apoio espiritual. Lyudmyla viaja frequentemente para a linha de frente, contando com o apoio de seu marido, que cuida das crianças durante suas ausências. Ela se sente chamada a ajudar e acredita que todos os ucranianos são como uma família para ela.
Capelã voluntária oferece apoio espiritual na linha de frente da guerra na Ucrânia
A guerra na Ucrânia tem impactado profundamente a vida de soldados e civis. Em meio ao conflito, Lyudmyla Marfin, uma capelã voluntária de 52 anos, atua na linha de frente, oferecendo suporte espiritual e emocional. Enquanto cuida de dezoito filhos em casa, ela busca transmitir fé e esperança aos que enfrentam a brutalidade da guerra.
Lyudmyla, que estuda no Seminário Teológico de Kiev, viaja regularmente para a linha de frente, onde a presença de um capelão é essencial. Nas trincheiras do leste da Ucrânia, ela oferece consolo aos feridos e apoio aos enlutados. “O amor é a verdadeira força motriz de minha vocação,” afirma. Seu nome militar, “Vira”, que significa “fé” em ucraniano, reflete sua missão de inspirar esperança entre os soldados.
Apoio e dedicação
Desde o início do conflito, Lyudmyla começou a ajudar com alimentos e remédios. Com o tempo, organizou treinamentos para militares e conduziu sessões de aconselhamento. Embora não esteja oficialmente nas Forças Armadas, sua missão continua. “Cuidar da alma das pessoas é a principal responsabilidade de um capelão,” explica.
Ela destaca que a fé é vivida de forma autêntica nas trincheiras. “Não há ateus nas trincheiras. A guerra muda a atitude dos soldados em relação à fé,” observa. Lyudmyla acredita que seu papel é servir a Deus ao ajudar os outros, respeitando as crenças pessoais de cada um.
Desafios e apoio familiar
O apoio do marido, um professor aposentado, é fundamental para que Lyudmyla concilie sua vocação com a maternidade. Ele cuida das crianças durante suas viagens à linha de combate. “Se Deus enche seu coração de amor, você ama as pessoas que foi chamado a servir,” conclui Lyudmyla, que mantém uma atitude positiva, mesmo diante dos desafios.
A conexão com os soldados é profunda e vai além da presença física. “Quando Deus te chama, você tem que ir,” afirma, destacando a importância de sua missão em tempos de guerra.
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