Uma pesquisa do Pew Research Center revelou que 30% dos norte-americanos consultam astrologia, tarô ou videntes com frequência. A maioria dessas pessoas faz isso por diversão, mas 10% busca orientações para o dia a dia. A crença em astrologia varia entre diferentes idades e gêneros, sendo mais comum entre mulheres jovens. O tarô é menos consultado que a astrologia, mas atrai muitos jovens. Consultas a videntes ocorrem anualmente para 6% da população. A pesquisa foi realizada com 9.593 adultos nos EUA entre 21 e 27 de outubro de 2024, com uma margem de erro de 1,3 ponto percentual.
Uma pesquisa realizada pelo Pew Research Center revelou que 30% dos norte-americanos consultam astrologia, tarô ou videntes com frequência. Os dados foram coletados entre 21 e 27 de outubro de 2024 e divulgados na quarta-feira, 21 de maio de 2025. A maioria dos entrevistados utiliza esses recursos principalmente por diversão, mas 10% busca orientações para o dia a dia.
Os resultados mostram que 14% dos americanos consultam esses serviços mensalmente, enquanto 6% o fazem semanalmente. A pesquisa também destaca que as crenças variam conforme idade e gênero, com mulheres jovens sendo as mais propensas a acreditar em astrologia e tarô. O tarô, embora menos popular que a astrologia, atrai um público jovem significativo.
Em relação aos videntes, 6% dos entrevistados afirmaram consultar esses profissionais anualmente. A pesquisa indicou que a crença em consultas desse tipo não apresenta grandes diferenças entre pessoas religiosas e aquelas sem religião. A maioria dos usuários é cautelosa ao usar astrologia e tarô para decisões importantes, preferindo tratá-las como entretenimento.
O Pew Research Center entrevistou 9.593 adultos nos Estados Unidos, com uma margem de erro de 1,3 ponto percentual. Os dados refletem um crescente interesse por práticas esotéricas no país, evidenciando uma tendência que já vinha sendo observada em estudos anteriores.
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