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Mel Gibson investe em igrejas tradicionais e desafia a liturgia católica moderna

Mel Gibson investe em igrejas tradicionais, levantando questões sobre sua visão católica e a relação com a Igreja.

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Mel Gibson, conhecido por seus papéis em filmes como “Braveheart”, tem se dedicado a construir igrejas tradicionais, refletindo sua visão católica conservadora. Recentemente, ele inaugurou a Igreja de la Sagrada Familia na Califórnia e comprou a Capela de San Miguel Arcángel na Pensilvânia. A Igreja de la Sagrada Familia é um templo que segue a missa em latim e não está afiliada à arquidiocese de Los Angeles, funcionando como uma igreja independente. Sua arquitetura é inspirada no estilo clássico, com um ambiente que parece mais uma villa do que uma paróquia comum. Por outro lado, a Capela de San Miguel Arcángel, adquirida em 2006, era originalmente uma casa e foi adaptada para funções litúrgicas. Gibson financiou essas iniciativas por meio da Fundação A.P. Reilly, que possui ativos significativos, levantando questões sobre a real necessidade desse investimento para uma comunidade pequena. A relação de Gibson com a Igreja Católica é complexa, pois ele é um tradicionalista que critica a modernização da igreja, e seu pai era um conhecido sedevacantista, o que levanta dúvidas sobre suas crenças e a direção que deseja para suas igrejas.

Mel Gibson, conhecido por seus papéis em filmes como “Braveheart” e “A Paixão de Cristo”, tem se dedicado à construção de igrejas tradicionais, refletindo sua visão católica conservadora. Recentemente, ele inaugurou a Igreja de la Sagrada Familia na Califórnia e adquiriu a Capela de San Miguel Arcángel na Pensilvânia, levantando questões sobre sua relação com a Igreja Católica.

A Igreja de la Sagrada Familia, inaugurada em 2003, é um templo dedicado ao rito tridentino, com missas em latim e uma liturgia que se distancia das práticas contemporâneas. A igreja não é afiliada à Arquidiocese de Los Angeles, funcionando como uma alternativa para os católicos que buscam uma experiência litúrgica mais tradicional. Sua arquitetura, inspirada no estilo neoclássico, é marcada por uma localização elevada, simbolizando a conexão entre o humano e o divino.

Por outro lado, a Capela de San Miguel Arcángel, adquirida em 2006, era originalmente uma residência. Gibson a transformou em um espaço litúrgico, embora não tenha sido reconhecida pela diocese local. A capela foi um presente para seu pai, Hutton Gibson, um conhecido sedevacantista. A adaptação do espaço para funções religiosas levanta questões sobre a legitimidade e a intenção por trás da transformação.

A Fundação A.P. Reilly, ligada a Gibson, financia essas iniciativas. Em 2014, a fundação possuía ativos de R$ 70 milhões, levantando dúvidas sobre a necessidade de tal volume de recursos para comunidades pequenas. A relação de Gibson com a Igreja Católica é complexa, com indícios de que ele pode estar alinhado a ideias sedevacantistas, uma corrente que acredita na ausência de um Papa legítimo desde 1963.

Essas construções e aquisições de Gibson refletem sua busca por uma prática católica mais rigorosa, em contraste com as mudanças promovidas pelo Concílio Vaticano II. A situação continua a gerar debates sobre a autenticidade e a relevância de suas iniciativas dentro do catolicismo contemporâneo.

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