Em um retiro de quatro dias no Distrito Federal, participantes vivenciam um ritual que simula o enterro como forma de renascimento simbólico. Essa prática, chamada “Renascimento Xamânico”, é promovida pela Casa Semente Experience e busca reconectar as pessoas com a natureza e consigo mesmas. Durante o ritual, os participantes são enterrados em uma cova rasa, com supervisão constante das facilitadoras, que garantem segurança e conforto. Relatos de quem participou mostram experiências transformadoras, onde muitos sentiram que estavam soltando medos e dores do passado. Alguns chegaram ao retiro buscando paz e autoconhecimento, e saíram com uma nova perspectiva sobre a vida. A Casa Semente afirma que a prática é opcional e ocorre apenas com consentimento. O custo do retiro é de R$ 697, incluindo hospedagem e alimentação.
Em um retiro de quatro dias no Distrito Federal, participantes vivenciam um ritual de enterro simbólico, promovido pela Casa Semente Experience. A prática, chamada “Renascimento Xamânico”, visa a reconexão com a natureza e o autoconhecimento. Vídeos do ritual, que simula o enterro, viralizaram nas redes sociais, gerando reações diversas.
O ritual consiste em os participantes serem enterrados em uma cova rasa, cobertos de terra, com o rosto protegido por um pano fino. A experiência dura de três a sete minutos, sempre sob supervisão de terapeutas. Lila Sousa, uma das idealizadoras, explica que a prática representa um retorno ao útero da Terra, permitindo que os participantes soltem dores e medos.
Os relatos dos participantes são impactantes. Fernanda, que buscava silêncio, descreveu o ato como uma rendição. “A Terra me pariu, e eu me permiti nascer de novo”, afirmou. Tycia, que luta contra a depressão, disse que o ritual a fez querer viver. “A terra funcionou como um abraço”, declarou.
O custo do retiro é de R$ 697, incluindo hospedagem e alimentação. Antes do ritual, os participantes passam por uma anamnese para garantir que estão aptos a participar. A Casa Semente também acolhe grávidas e idosos, desde que em boas condições de saúde.
Laura, que escolheu sua música de renascimento, afirmou que a vivência foi transformadora. “Nada me tocou como essa experiência”, disse. Victoria, estudante de enfermagem, participou sem saber do enterro e saiu com uma nova perspectiva sobre a vida. “Estou atenta à vida”, relatou.
Os organizadores ressaltam que a participação no ritual é opcional e ocorre apenas com consentimento expresso. A proposta é promover uma experiência de autoconhecimento e transformação pessoal.
Entre na conversa da comunidade