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Menino de oito anos é morto na Indonésia por causa de sua fé cristã

Khristopel morreu após ser espancado por colegas de escola no país asiático

Menino de oito anos é morto na Indonésia por causa de sua fé cristã

Khristopel, um menino de oito anos, morreu na Indonésia após ser espancado por colegas por causa de sua fé cristã. O ataque aconteceu em 26 de maio de 2025, e o menino ficou com dores e uma infecção grave. Ele foi agredido depois de defender suas crenças, e seu pai, Gimson, contou que ele chegou em casa machucado, mas não disse o que aconteceu. A família não levou Khris ao médico logo, pensando que ele melhoraria, mas a situação piorou e ele foi diagnosticado com uma infecção no plexo solar, não resistindo e falecendo na madrugada do dia 26. O caso gerou grande comoção e está sendo investigado pela polícia. Gimson conversou com os pais dos agressores e professores, que admitiram a agressão. A mãe de Khris expressou sua dor e a organização Portas Abertas está ajudando a família. Gimson pediu orações para superar a perda e espera que a memória de seu filho ajude a combater o bullying por intolerância religiosa. A comunidade é convidada a orar pela paz da família e por crianças que sofrem discriminação por causa de sua fé.

Khristopel, um menino de oito anos, era gentil e amoroso, mas teve sua vida tragicamente interrompida. Ele morreu após ser brutalmente agredido por colegas mais velhos na escola na Indonésia. Tudo porque o menino era um seguidor de Jesus.

O menino cristão, carinhosamente chamado Khris pela família, tinha olhos brilhantes, coração caloroso e muitos sonhos. Ele adorava andar de bicicleta, brincar com sua irmãzinha Mika e ajudar a mãe em casa. Sonhava em ser soldado quando crescesse, um protetor dos necessitados. Ele era uma das poucas crianças cristãs em sua escola primária na Indonésia.

Uma tarde, Khris chegou em casa com a roupa suja de terra e o pneu da bicicleta furado. Quando o pai, Gimson, perguntou o que havia acontecido, ele disse que um amigo havia furado o pneu com uma agulha e que as roupas estavam sujas porque tinha caído. Mas Gimson percebeu que havia algo errado.

No dia seguinte, Khris voltou para casa mais cedo do que o normal. A partir daquele dia, o menino começou a reclamar de dores no estômago. Seu andar ficou lento, curvado. Ele fazia caretas de dor, segurando a barriga. À noite, a febre apareceu. A família não o levou imediatamente ao médico. Normalmente, quando ele ficava doente, bastava dormir, comer um pouco e logo melhorava.

Mas, dessa vez, ele não melhorou. Mais tarde naquele dia, um colega de Khris revelou o bullying. “Seu Deus, Jesus, tem cabelo comprido! Ele parece esquisito!”, provocaram os meninos mais velhos. Khris, em defesa do que considerava sagrado, bateu em um deles. E, em resposta, foi espancado. Bateram em suas costas, ombros e cabeça. Um dos meninos chegou a acertar o joelho no estômago de Khris – daí vinham as dores que ele sentia.

Gimson confrontou os pais dos agressores e os professores naquele dia. Eles admitiram a agressão e se comprometeram a ajudar com a recuperação. Gimson levou o filho ao pronto-socorro. Os médicos descobriram que a área ao redor do estômago, o plexo solar, estava gravemente infeccionada. Sangue começou a sair da boca de Khris.

Às 2h10 da manhã, no dia 26 de maio, exatamente uma semana após o bullying, Khristopel deu seu último suspiro. Foi realizada uma autópsia no corpo de Khris antes do sepultamento. O caso ainda está sendo investigado pela polícia e também ganhou atenção nacional.

“Ainda passo suas roupas e canto louvores como antes. Pode parecer que estou bem, mas por dentro estou despedaçada. Eu trocaria toda a ajuda que recebemos por apenas mais um dia com ele”, conta a mãe de Khris. Seu pai acrescenta: “Ele era um menino bondoso, lindo. Nunca quis ser um peso. Só queria servir. O sonho dele de ser soldado se foi”.

Gimson expressou sua gratidão pelo apoio recebido de parceiros locais da Portas Abertas. “Obrigado por virem até aqui para nos ajudar e apoiar. Por favor, orem para que encontremos forças para aceitar essa realidade. Esperamos que nosso filho, Khris, seja lembrado por muitos e que uma tragédia como essa nunca mais aconteça”, ele conclui.

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