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Igreja Luterana critica cerco em Gaza e denuncia ‘extermínio através da fome’

Igreja Evangélica Luterana denuncia cerco a Gaza como genocídio e pede ação internacional imediata para cessar a fome e a morte de palestinianos.

Foto: Reprodução
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  • A Igreja Evangélica Luterana na Jordânia e na Terra Santa condenou o cerco israelense a Gaza.
  • O bispo Sani Ibrahim Azar afirmou que a situação humanitária é crítica, com 113 palestinianos, incluindo 81 crianças, mortos de fome.
  • Apenas uma fração da ajuda humanitária chega à região, resultando em desnutrição grave em uma em cada cinco crianças.
  • O bispo pediu um cessar-fogo e a entrega segura de alimentos, descrevendo a crise como uma “fome provocada pelo homem”.
  • A declaração concluiu com um apelo por justiça e um fim ao genocídio.

A Igreja Evangélica Luterana na Jordânia e na Terra Santa denunciou o cerco israelense a Gaza, caracterizando-o como uma forma de fome em massa e uma estratégia de “limpeza étnica” contra os palestinianos. O Bispo Sani Ibrahim Azar destacou que a situação humanitária se agravou, com 113 palestinianos, incluindo 81 crianças, já mortos de fome.

Em sua declaração, Azar enfatizou que o bloqueio de ajuda humanitária tem sido severo, resultando em apenas um fio de assistência chegando a pontos de distribuição perigosos. Ele mencionou que uma em cada cinco crianças na região enfrenta desnutrição grave. Relatos de líderes religiosos, como o Patriarca Ortodoxo Grego Teófilo III, confirmam a realidade angustiante de famílias esperando por horas sob o sol por um pedaço de pão.

O bispo pediu uma ação imediata da comunidade internacional, exigindo um cessar-fogo e a entrega segura de ajuda. Ele afirmou que a crise é uma “fome provocada pelo homem no ponto sem retorno” e que o silêncio diante do sofrimento é uma traição à consciência. A declaração concluiu com uma oração pelos famintos e um apelo por justiça, clamando por um fim ao genocídio e pela entrega de alimentos.

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