- A Justiça do Rio Grande do Sul rejeitou a ação de Andressa Urach, que buscava reaver mais de R$ 2 milhões doados à Igreja Universal do Reino de Deus.
- A juíza Karen Bertoncello afirmou que não houve provas de coerção ou submissão à igreja.
- Urach alegou ter sofrido “lavagem cerebral” e feito as doações em um momento de fragilidade emocional.
- A juíza destacou que Urach participou ativamente da igreja por mais de cinco anos e expressou gratidão à instituição em sua autobiografia.
- Além de negar o pedido, a Justiça condenou Urach a pagar 10% do valor da causa em honorários advocatícios.
A Justiça do Rio Grande do Sul decidiu, em 11 de outubro, rejeitar a ação da influenciadora Andressa Urach, que buscava reaver mais de R$ 2 milhões doados à Igreja Universal do Reino de Deus. A juíza Karen Bertoncello afirmou que não foram apresentadas provas de coerção ou submissão à instituição religiosa.
Urach alegou ter sido vítima de uma “lavagem cerebral” e que suas doações ocorreram em um momento de fragilidade emocional. No entanto, a magistrada destacou que a influenciadora participou ativamente da igreja por mais de cinco anos, de forma consciente. A juíza também mencionou a autobiografia de Urach, “Morri para Viver”, onde ela expressa gratidão à Universal.
Além de negar o pedido de devolução, a Justiça condenou Andressa Urach a pagar 10% do valor da causa em honorários advocatícios. A influenciadora não conseguiu comprovar os problemas financeiros que alegou e não apresentou documentos que sustentassem suas afirmações.
A Igreja Universal, por sua vez, argumentou que as doações foram feitas de forma voluntária e que não houve qualquer tipo de pressão. Após a decisão, Urach anunciou que pretende recorrer, citando testemunhas que confirmariam sua versão sobre a coação.
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