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Missionária revela como o comunismo surgiu na Coreia do Norte

Missionária destaca a repressão religiosa na Coreia do Norte e alerta sobre a importância do engajamento político da igreja na defesa da liberdade religiosa

Foto: Reprodução
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  • A missionária sul-coreana Gina Yon Hi Son falou sobre a repressão ao cristianismo na Coreia do Norte durante uma ministração na Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no Rio de Janeiro.
  • Ela destacou que a perseguição religiosa começou com promessas de não interferência por Kim Il-Sung, avô do atual ditador, Kim Jong-Un.
  • Gina mencionou que, após a guerra, todas as igrejas e pastores foram eliminados.
  • A missionária comparou a situação da Coreia do Norte com a da Venezuela, ressaltando semelhanças na repressão à liberdade religiosa.
  • Ela enfatizou a importância do engajamento da igreja na política para a defesa da liberdade religiosa.

Durante uma ministração na Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), no Rio de Janeiro, a missionária sul-coreana Gina Yon Hi Son expôs os impactos do comunismo na Coreia do Norte e a repressão ao cristianismo. Sua fala trouxe um panorama histórico da perseguição religiosa no país.

Gina destacou que a repressão começou com promessas de não interferência na vida religiosa. “Naquela época, a região norte era a mais avivada, com grandes igrejas e pastores famosos”, afirmou. O avô do atual ditador, Kim Jong-Un, Kim Il-Sung, prometeu aos líderes religiosos que não haveria interferência política, mas, após a guerra, fuzilou todas as igrejas e pastores.

A missionária também fez um paralelo entre a situação da Coreia do Norte e a Venezuela. “Venezuelanos que assistiram às minhas palestras reconheceram que o que aconteceu na Coreia é o que está acontecendo em seu país”, disse. Essa comparação evidencia a preocupação com a liberdade religiosa e os direitos humanos em regimes comunistas.

Gina enfatizou que a igreja deve ter um papel ativo na política, alertando para os perigos de deixar a política apenas nas mãos dos políticos. “A igreja tem autoridade espiritual sobre a nação”, concluiu, reforçando a importância da vigilância e do engajamento na defesa da liberdade religiosa.

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