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Malafaia denuncia censura religiosa após Moraes barrar pregações no exterior

Silas Malafaia denuncia perseguição religiosa após apreensão de seus bens e reafirma que não será silenciado por críticas ao ministro Alexandre de Moraes

Foto: Reprodução
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  • O pastor Silas Malafaia denunciou uma suposta perseguição religiosa após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a apreensão de seu celular, passaporte e cadernos de anotações.
  • Malafaia afirmou que essa ação prejudica seu trabalho ministerial, especialmente suas atividades fora do Brasil.
  • O pastor criticou o vazamento de áudios de conversas privadas, considerando isso uma tentativa de desmoralizá-lo.
  • Ele contestou a justificativa para a apreensão do passaporte, alegando que não há indícios de que pretendia deixar o país.
  • Malafaia reafirmou que não se deixará intimidar e continuará a criticar as ações de Moraes.

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, denunciou uma suposta perseguição religiosa após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou a apreensão de seu celular, passaporte e cadernos de anotações. Malafaia argumenta que essa ação prejudica seu trabalho ministerial, especialmente sua capacidade de pregar fora do Brasil.

Em suas declarações, o pastor criticou o vazamento de áudios de conversas privadas, que considera uma tentativa de desmoralizá-lo. Ele afirmou que Moraes busca silenciá-lo devido às suas críticas frequentes ao ministro. “Nos últimos quatro anos, fiz mais de 50 vídeos denunciando os crimes de Alexandre de Moraes”, declarou Malafaia, ressaltando que suas críticas são fundamentadas em leis.

Ação Judicial e Censura

Malafaia também contestou a justificativa para a apreensão do passaporte, afirmando que não há indícios de que ele pretendia deixar o país. Ele destacou que estava retornando de uma viagem e que não há provas que justifiquem a medida. “Onde está a prova de que eu ia fugir do Brasil?”, questionou.

Além disso, o pastor enfatizou que a apreensão de seus cadernos de anotações representa uma violação de sua liberdade religiosa. “Isso não é apenas perseguição política, mas também religiosa”, afirmou. Ele pediu a devolução de seus materiais, que considera essenciais para seu trabalho pastoral.

Reação e Foco na Justiça

Malafaia encerrou suas declarações reafirmando que não se deixará intimidar. “Escolheram o cara errado, porque eu não tenho medo dele e não vou calar”, disse, referindo-se a Moraes. O pastor também mencionou sua fé, afirmando que acredita que a justiça será feita, tanto diante de Deus quanto da sociedade. Ele concluiu que continuará a criticar as ações do ministro, sem recuar em sua posição.

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