- Líderes de instituições culturais do Reino Unido, como o Victoria and Albert Museum e o National Trust UK, expressaram preocupações sobre o Digital Markets, Competition and Consumers Act (DMCCA).
- A nova legislação, que entrará em vigor no próximo ano, estabelece um período de “cooling-off” de duas semanas para cancelamento de associações com reembolso total.
- Em carta ao primeiro-ministro Keir Starmer, representantes alertaram que o DMCCA pode comprometer a ajuda financeira e impor novas obrigações que dificultam a operação das associações.
- O National Trust, com 5,38 milhões de membros, destacou que a legislação pode aumentar a pressão financeira sobre as instituições, que já enfrentam desafios econômicos.
- Um porta-voz do governo afirmou que está em diálogo com as organizações de caridade e que a nova lei visa proteger os consumidores sem afetar injustamente as instituições.
Os líderes de instituições culturais do Reino Unido, como o Victoria and Albert Museum e o National Trust UK, expressaram preocupações sobre o impacto do Digital Markets, Competition and Consumers Act (DMCCA) em seus esquemas de associação. A nova legislação, que entrará em vigor no próximo ano, estabelece um período de “cooling-off” de duas semanas, permitindo que consumidores cancelem suas associações e recebam reembolso total.
Em uma carta enviada ao Primeiro-Ministro Keir Starmer, representantes de importantes organizações culturais alertaram que o DMCCA pode comprometer a capacidade de reivindicar ajuda financeira e impor novas obrigações que dificultam a operação de suas associações. “Isso ameaça o futuro do modelo de associação como fonte de receita para instituições de caridade”, afirmaram.
O DMCCA introduz requisitos adicionais para contratos de assinatura, incluindo notificações de lembrete, que podem afetar as milhões de associações existentes. O National Trust, que possui 5,38 milhões de membros, destacou que a legislação pode aumentar a pressão financeira sobre as instituições, que já enfrentam desafios econômicos.
Um porta-voz do governo afirmou que está em diálogo com as organizações de caridade e que a nova lei não altera a definição de contrato de consumo. “Nossas medidas visam proteger os consumidores de assinaturas abusivas e não afetarão injustamente as instituições de caridade”, garantiu. As preocupações levantadas pelas instituições culturais refletem a necessidade de um equilíbrio entre proteção ao consumidor e a sustentabilidade financeira das organizações sem fins lucrativos.
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