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Ex-padre é detido em SP por crimes de abuso contra coroinhas

Ex-padre é preso em Santa Bárbara D'Oeste para cumprir pena de dez anos e seis meses por abusos sexuais contra menores na Paróquia São Francisco de Assis

Ex-padre é preso sob suspeita de abusos sexuais durante seu tempo como religioso (Foto: Reprodução)
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  • O ex-padre Pedro Leandro Ricardo, de 56 anos, foi preso em Santa Bárbara D’Oeste no dia três de outubro.
  • Ele cumpre pena de dez anos e seis meses por abusos sexuais cometidos entre 2002 e 2006.
  • A condenação envolve três adolescentes e uma criança que eram coroinhas na Paróquia São Francisco de Assis, em Araras.
  • O advogado de Pedro, Paulo Henrique de Moraes Sarmento, planeja solicitar a revisão criminal da sentença.
  • A pena inicial era de 21 anos, mas foi reduzida em março de 2024 devido à prescrição de parte das acusações.

O ex-padre Pedro Leandro Ricardo, de 56 anos, foi preso em Santa Bárbara D’Oeste na quarta-feira, 3 de outubro, para cumprir uma pena de dez anos e seis meses por abusos sexuais cometidos entre 2002 e 2006. A condenação, que se tornou definitiva em 2022, envolve três adolescentes e uma criança que atuavam como coroinhas na Paróquia São Francisco de Assis, em Araras.

A prisão foi resultado de um mandado expedido pela 1ª Vara Criminal de Araras em 27 de agosto. O advogado de Pedro, Paulo Henrique de Moraes Sarmento, anunciou que irá solicitar a revisão criminal da sentença, buscando anular a condenação. Em nota, o advogado afirmou que o ex-padre se apresentou ao 2º Distrito Policial de Santa Bárbara d’Oeste para cumprir a ordem de prisão e que sempre colaborou com a Justiça durante o processo.

O caso foi levado ao Ministério Público de São Paulo em 2019, e a sentença inicial previa uma pena de 21 anos. Contudo, em março de 2024, a pena foi reduzida devido à prescrição de parte das acusações. O juiz Rafael Pavan de Moraes Filgueira destacou que Pedro escolhia suas vítimas com base em situações familiares vulneráveis, o que dificultava a contestação de seus atos.

Em março de 2022, o Vaticano demitiu Pedro do estado clerical, decisão que foi anunciada pelo Papa Francisco. A demissão ocorreu após um processo canônico, e, segundo o Código de Direito Canônico, o ex-padre perdeu todas as funções na Igreja, tornando-se uma pessoa comum. Antes das denúncias, ele já havia sido afastado de suas funções na Basílica Santo Antônio de Pádua, em Americana.

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