- Bruna Linzmeyer interpreta Lea na minissérie “Máscaras de oxigênio (não) cairão automaticamente”, disponível na HBO Max.
- A trama aborda o preconceito da comunidade LGBTQIAPN+ nos anos 1980 e a epidemia da AIDS.
- A atriz contrabandeia AZT, o único tratamento disponível contra o HIV na época.
- Em entrevista, Bruna destacou a importância da série para conscientização sobre saúde pública, mencionando o estigma e a vergonha associados à AIDS.
- Ela também discute sua sexualidade e experiências com não-monogamia, enfatizando a necessidade de valorizar as relações.
Bruna Linzmeyer, atriz de 32 anos, brilha na minissérie “Máscaras de oxigênio (não) cairão automaticamente”, disponível na HBO Max. A trama aborda o preconceito enfrentado pela comunidade LGBTQIAPN+ nos anos 1980 e a epidemia da AIDS. Bruna interpreta Lea, uma comissária de bordo que contrabandeia AZT, o único tratamento disponível contra o HIV na época.
A artista, que se destacou em novelas da TV Globo, como “Insensato coração” e “Pantanal”, sempre foi uma voz ativa nas causas LGBTQIAPN+. Em entrevista, Bruna refletiu sobre a importância da série, afirmando que “muita gente morre em decorrência da AIDS, por estigma, vergonha, culpa”. Ela destaca que a minissérie é uma oportunidade de conscientização sobre a saúde pública.
Bruna, que nasceu em Corupá, Santa Catarina, compartilha sua experiência pessoal com a epidemia da AIDS, mesmo não tendo vivido os anos 1980. “Cresci com a memória do terror e do quão grave foi”, diz. A atriz também comentou sobre a relevância de discutir prevenção, mencionando a PrEP e a PEP, medicamentos que ajudam a evitar a infecção pelo HIV.
Reflexões sobre Sexualidade e Não-Monogamia
A atriz, que se identifica como lésbica, fala abertamente sobre sua sexualidade e suas experiências. “Gosto de transitar pelas possibilidades de ser,” afirma, enfatizando a importância de se sentir confortável em seu próprio corpo. Bruna também discute sua relação com a não-monogamia, mencionando que já teve experiências em que a liberdade de relacionamentos foi questionada.
Ela destaca que o estigma ainda persiste, mas acredita que é fundamental valorizar a alegria e a potência das relações. “Prefiro valorizar a potência do que as complicações,” conclui. Com 15 anos de carreira, Bruna Linzmeyer continua a desafiar normas e a promover a discussão sobre temas relevantes para a sociedade.
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