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Missionários batistas superam desafios e expandem trabalho na Guiné

Nove internos de presídio em Conacri são batizados e trinta iniciam discipulado, impulsionando a evangelização no país.

Obra missionária realiza atividades de evangelismo e discipulado em um país africano (Foto: Reprodução)
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  • A Guiné-Conacri, um dos países com o mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano, enfrenta pobreza extrema e narcotráfico.
  • Nove internos de um presídio em Conacri foram batizados neste ano, e trinta estão em discipulado.
  • Missionários incentivam a evangelização entre os novos cristãos, destacando a responsabilidade deles em compartilhar o Evangelho.
  • O pastor João Marcos Barreto Soares, diretor-executivo da Junta de Missões Mundiais, expressou satisfação com os resultados do trabalho missionário.
  • A iniciativa demonstra um movimento crescente de fé e transformação social no país, apesar das adversidades.

A Guiné-Conacri, um dos países com o mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano do mundo, enfrenta desafios sociais significativos, incluindo pobreza extrema e narcotráfico. Com uma população predominantemente muçulmana, a expansão do Evangelho é um desafio ainda maior.

Neste contexto, a Junta de Missões Mundiais (JMM) tem atuado no país por meio de missionários brasileiros e guineenses. O trabalho inclui a plantação de igrejas e projetos de desenvolvimento comunitário, além de ações voltadas para jovens em conflito com a lei, utilizando o futebol e oficinas de corte e costura como ferramentas de transformação.

Impacto no Presídio

Um dos projetos mais impactantes ocorre em um presídio na capital, Conacri. Neste ano, nove internos foram batizados e 30 estão em processo de discipulado. Durante as aulas, missionários enfatizam a responsabilidade dos novos cristãos em compartilhar o Evangelho, o que gerou surpresa entre eles. Um dos internos questionou: “Você está dizendo que nós podemos fazer um trabalho tão importante quanto o do missionário?”

O pastor João Marcos Barreto Soares, diretor-executivo da JMM, expressou sua alegria com os resultados: “É motivo de alegria ver nossos irmãos guineenses sendo alcançados e agora mobilizados para evangelizar, mesmo em meio a tantas adversidades.” A iniciativa demonstra que, apesar das dificuldades, há um movimento crescente de fé e transformação social no país.

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