- O presidente da República, Donald Trump, anunciou novas diretrizes para garantir o direito à oração nas escolas públicas durante um evento no Museu da Bíblia, em Washington, no dia oito de setembro.
- Trump doou sua Bíblia pessoal ao museu e ressaltou a importância do texto sagrado na história americana.
- Ele criticou a ideologia de gênero e prometeu ações contra a “propaganda antirreligiosa”.
- O presidente compartilhou a história de uma estudante do Texas que foi impedida de orar em público, elogiando sua coragem e afirmando que a oração é um ato de amor.
- Trump lançou a iniciativa America Prays, convocando os cidadãos a se unirem em oração pela nação, e reafirmou seu compromisso em combater a violência antissemita e anticristã.
O presidente Donald Trump anunciou novas diretrizes para proteger o direito à oração nas escolas públicas durante um evento no Museu da Bíblia, em Washington, nesta segunda-feira (08). O evento, parte da Comissão de Liberdade Religiosa da Casa Branca, foi uma oportunidade para Trump reafirmar seu compromisso com a liberdade religiosa e a defesa dos valores judaico-cristãos.
Durante o evento, Trump doou sua Bíblia pessoal ao museu e destacou a importância do texto sagrado na formação da civilização e da história americana. Ele afirmou que a fé é fundamental para a força do país e criticou a ideologia de gênero, prometendo ações contra a “propaganda antirreligiosa”.
Trump também compartilhou a história de Hannah Allen, uma estudante do Texas que foi impedida de orar em público por um diretor escolar. Ele expressou indignação com a decisão e elogiou a coragem de Hannah, afirmando que a oração é um ato de amor. Para garantir que situações como essa não se repitam, o Departamento de Educação emitirá orientações que asseguram o direito à oração nas escolas.
Além disso, Trump lançou a iniciativa America Prays, convocando os cidadãos a se unirem em oração pela nação, especialmente com a aproximação do 250º aniversário da Declaração de Independência, em julho de 2026. Ele enfatizou a necessidade de restaurar a religião na sociedade americana e proteger os princípios cristãos.
O presidente também abordou a violência antissemita e anticristã, prometendo que seu governo não tolerará crimes de ódio. Ele reafirmou seu compromisso em acabar com a instrumentalização da aplicação da lei contra pessoas de fé e ampliar a liberdade de escolha escolar.
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