- Fernanda Ribeiro é cofundadora e CEO da Conta Black, que oferece crédito a afroempreendedores excluídos do sistema bancário.
- A empresa foi criada em 2018 para bancarizar e facilitar o acesso ao crédito para esses empreendedores.
- Fernanda planeja levar sua experiência para a academia, formando jovens negros para o mercado financeiro.
- Ela destaca a importância de conectar teoria e prática nos cursos, refletindo a realidade dos alunos.
- A executiva busca promover a transformação social coletiva, garantindo oportunidades para outros.
Fernanda Ribeiro, cofundadora e CEO da Conta Black, busca promover a inclusão financeira de afroempreendedores frequentemente excluídos do sistema bancário. Com a empresa, ela oferece crédito e serviços financeiros, visando construir pontes entre diferentes realidades sociais.
Nascida na zona sul de São Paulo, Fernanda é a quinta de sete filhas e cresceu cercada por referências femininas que moldaram sua trajetória. Inicialmente, pensou em seguir a carreira pública, mas um burnout a levou a repensar sua vida profissional. A Conta Black surgiu em 2018, após seu sócio, Sergio All, perceber as dificuldades enfrentadas por afroempreendedores ao tentar acessar crédito.
A empresa começou com o objetivo de bancarizar e oferecer crédito a quem não tinha acesso. Fernanda destaca que a visão de seu escritório, que contempla a periferia e a Faria Lima, simboliza a missão de conectar essas duas realidades. Para ela, o sucesso não é medido em números, mas na liberdade de dizer não e na capacidade de impactar vidas.
Formação e Inclusão
Fernanda planeja levar sua experiência para a academia, formando jovens negros para o mercado financeiro. Ela acredita que falta uma ponte entre teoria e prática nos cursos, que muitas vezes não refletem a realidade dos alunos. O instituto social da Conta Black se dedica a preparar novos talentos, garantindo que não seja a última mulher negra de origem simples a alcançar o sucesso.
A executiva enfatiza que seu legado deve incluir a oportunidade para outros. A transformação social não deve ser individualizada, mas sim coletiva, permitindo que mais pessoas tenham acesso a oportunidades semelhantes. Fernanda Ribeiro continua a trabalhar para que sua trajetória inspire e abra portas para futuras gerações.
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