- O musicólogo espanhol David Catalunya apresentou um órgão de tubos medieval em Jerusalém, no monastério de São Salvador, em 9 de outubro.
- O órgão, considerado o mais antigo da história cristã, estava inativo por oito séculos e foi levado da França para a Basílica de Belém durante as Cruzadas.
- Os tubos do órgão foram descobertos em 1906, após o instrumento ter sido desmontado e enterrado no século 13.
- Catalunya discutiu os impactos culturais das Cruzadas e a importância do órgão como símbolo da interação entre as culturas cristã e islâmica.
- A expectativa é que o órgão restaurado seja utilizado em eventos musicais e religiosos, promovendo o diálogo intercultural.
O musicólogo espanhol David Catalunya apresentou um órgão de tubos medieval em Jerusalém, no monastério de São Salvador, no dia 9 de outubro. Este instrumento, considerado o mais antigo da história cristã, estava inativo por oito séculos. A origem do órgão remonta às Cruzadas, quando foi levado da França para a Basílica de Belém, na Cisjordânia.
O órgão foi desmontado e enterrado no século 13, e seus tubos foram descobertos em 1906. Durante a apresentação, Catalunya discutiu os impactos culturais das Cruzadas e compartilhou detalhes sobre a história do instrumento. Ele destacou a importância do órgão como um símbolo da interação entre as culturas cristã e islâmica na região.
Catalunya enfatizou que a redescoberta do órgão não é apenas uma questão musical, mas também um reflexo das complexas relações históricas que moldaram Jerusalém. O musicólogo acredita que o órgão pode servir como um elo entre diferentes tradições e um meio de promover a paz na região.
A apresentação atraiu a atenção de jornalistas e historiadores, que se mostraram interessados em entender melhor o contexto histórico do órgão e seu significado cultural. A expectativa é que o instrumento, agora restaurado, possa ser utilizado em eventos musicais e religiosos, revitalizando sua função original e promovendo um diálogo intercultural.
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