- Israel intensificou sua ofensiva em Gaza City com bombardeios pesados e incursões de tropas, resultando em cerca de 64.500 mortes desde o início do conflito em 7 de outubro de 2023.
- O ataque inicial do Hamas causou 1.200 mortes e 251 sequestrados em Israel.
- O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que “Gaza está em chamas” e as Forças de Defesa de Israel (IDF) estão se aprofundando na cidade.
- O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, alertou que a “janela para um acordo” está se fechando rapidamente, enfatizando a necessidade de desarmar o Hamas.
- A ONU advertiu sobre uma possível catástrofe humanitária em Gaza, com fome já declarada na região.
Israel intensifica ofensiva em Gaza City enquanto apoio dos EUA é reafirmado
A situação em Gaza se deteriora rapidamente com a intensificação dos bombardeios israelenses em Gaza City. Desde o início do conflito em 7 de outubro de 2023, cerca de 64.500 pessoas perderam a vida, conforme autoridades palestinas. O ataque inicial do Hamas resultou em 1.200 mortes e 251 sequestrados em Israel.
Na madrugada de terça-feira, Israel lançou uma ofensiva terrestre em Gaza City, com o ministro da Defesa, Israel Katz, afirmando que “Gaza está em chamas”. As Forças de Defesa de Israel (IDF) estão se aprofundando na cidade, visando a infraestrutura do Hamas. Relatos indicam que a ofensiva pode ocupar toda a área, enquanto milhares de civis tentam escapar para o sul, enfrentando dificuldades devido à insegurança e à falta de recursos.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que se reuniu com líderes israelenses, destacou que a janela para um acordo está se fechando rapidamente. Ele afirmou que “não temos meses, e provavelmente temos dias” para alcançar um entendimento. Rubio reiterou o apoio dos EUA a Israel, enfatizando que a única forma de encerrar o conflito é exigir que o Hamas se desarme e libere todos os reféns.
Fuga em massa e críticas internacionais
Com a escalada dos ataques, muitos palestinos estão fugindo de Gaza City. Autoridades de saúde relatam que a maioria das vítimas fatais está na cidade, onde os bombardeios têm sido os mais intensos em dois anos de conflito. Civis enfrentam longas filas para se deslocar, utilizando carroças e veículos pesados.
A resposta militar de Israel gerou críticas internacionais, especialmente após um ataque em Doha, no Catar, que visava líderes do Hamas. O Catar, que abriga uma base aérea dos EUA e tem mediado negociações, condenou as ações israelenses. A ONU alertou que a intensificação dos ataques pode levar a uma catástrofe humanitária ainda maior, com a fome já declarada na região.
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