- Uma nova pesquisa da Iniciativa de Acesso à Bíblia revela que cerca de 100 milhões de cristãos no mundo não têm acesso às Escrituras.
- O estudo analisou dados de 88 países e identificou 30 nações com restrições severas à distribuição da Bíblia, destacando a Somália como o país mais restritivo.
- Na Somália, todas as atividades cristãs são proibidas, incluindo a impressão e o armazenamento de Bíblias. O Afeganistão ocupa a segunda posição, onde ler uma Bíblia pode resultar em prisão ou execução.
- O Brasil, classificado em 88ª posição, enfrenta problemas de extrema pobreza, dificultando a compra de Bíblias. A Armênia, em 87ª posição, também sofre com a escassez de Bíblias, apesar de 95% da população se identificar como cristã.
- Pesquisadores afirmam que a falta de acesso à Bíblia resulta de barreiras estruturais e políticas, e não de desinteresse, destacando a ameaça à liberdade religiosa em várias partes do mundo.
Uma nova pesquisa da Iniciativa de Acesso à Bíblia revela que cerca de 100 milhões de cristãos em todo o mundo não têm acesso às Escrituras. O estudo, que analisou dados de 88 países, identificou 30 nações com restrições severas à distribuição da Bíblia, destacando a Somália como o país mais restritivo.
No relatório, a Somália é apontada como um local onde todas as atividades cristãs são proibidas, incluindo a impressão e o armazenamento de Bíblias. O Afeganistão, sob o regime do Talibã, segue em segundo lugar, onde ler uma Bíblia pode resultar em prisão ou execução. O Iémen, a Coreia do Norte e a Mauritânia completam o grupo das cinco nações mais restritivas.
Barreiras Econômicas e Culturais
Além das proibições religiosas, fatores econômicos também dificultam o acesso à Bíblia. O Brasil, classificado em 88ª posição, enfrenta problemas de extrema pobreza em algumas regiões, tornando a compra de Bíblias inviável para muitas famílias. O custo elevado dos materiais impressos, devido a impostos e corrupção, agrava a situação.
A Armênia, que foi a primeira nação a adotar o cristianismo como religião oficial, aparece em 87ª posição. Apesar de 95% da população se identificar como cristã, a escassez de Bíblias é um problema, atribuído a dificuldades econômicas e infraestrutura deficiente.
Conclusões do Estudo
Os pesquisadores afirmam que a falta de acesso à Bíblia não é resultado de desinteresse, mas sim de barreiras estruturais e políticas. A pesquisa, que contou com a colaboração de várias organizações cristãs internacionais, reforça que a liberdade religiosa e o acesso às Escrituras continuam ameaçados em diversas partes do mundo.
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