- A repressão às igrejas domésticas na China se intensificou desde 9 de outubro de 2025, data conhecida como “perseguição da igreja 10.9”.
- Pastores e líderes foram presos, passaram por auditorias e houve tomada de bens, com as ações atingindo a rede Igreja Zion.
- Em 16 de outubro, a Igreja Zion pediu orações e informou que 22 pessoas foram detidas, incluindo pastores e cooperadores, com alguns libertados ainda aguardando julgamento; a maioria permanece em custódia na província de Guangxi.
- Casas e locais de culto foram revistados, bens confiscados e contas bancárias congeladas; as famílias enfrentam pressão psicológica e financeira.
- A equipe pastoral descreveu a situação como “batalha espiritual muito real” e pediu apoio mundial, destacando dificuldades para obter assistência jurídica.
A repressão às igrejas domésticas na China tem se intensificado desde o dia 9 de outubro de 2025, um evento que ficou conhecido como “perseguição da igreja 10.9”. Desde então, pastores e líderes cristãos enfrentam prisões, auditorias e a tomada de bens. Em um novo apelo, a Igreja Zion, uma rede de igrejas domésticas, pediu orações em 16 de outubro, destacando a detenção de 22 pessoas, incluindo pastores e cooperadores.
Os detidos foram mantidos em centros de detenção na província de Guangxi, no sul da China. Enquanto alguns já foram libertados, a maioria permanece sob custódia. Além das prisões, casas e locais de culto foram revistados, com bens confiscados e contas bancárias congeladas. As famílias dos detidos enfrentam pressão psicológica e financeira, agravando a situação.
Situação Crítica
A equipe pastoral da Igreja Zion descreveu a situação como uma “batalha espiritual muito real”, enfatizando que a repressão não se limita a um grupo específico, mas atinge a igreja como um todo. O apelo inclui um pedido de apoio à comunidade cristã global para interceder por aqueles que estão sofrendo.
As dificuldades legais aumentam, com a assistência jurídica sendo dificultada. Pastores e líderes têm enfrentado uma crescente pressão, enquanto a Igreja Zion clama por apoio e oração. Esse cenário reflete um momento crítico para os cristãos na China, que continuam a lutar pela liberdade de culto e expressão de sua fé.
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