- Vídeo do pastor Carlito Paes, da Igreja da Cidade, viralizou ao criticar apostas e apontar riscos financeiros e espirituais, destacando que muitas igrejas não tratam o tema como pecado.
- Dados do Datafolha, de novembro de 2024, apontam que 19% dos evangélicos jogam na Mega-Sena e em outras loterias.
- Dados do PoderData, de 2025, indicam que 41% dos evangélicos apostam online em BETs (apostas esportivas).
- Paes afirma que o vício pode levar as pessoas a arriscar todo o patrimônio construído ao longo dos anos e conclama disciplina e economia para resolver problemas financeiros.
- Em sua crítica, o pastor também fala sobre ostentação nas redes sociais, dizendo que muitas pessoas mostram um estilo de vida que não condiz com a realidade e que é preciso que as igrejas abordem o tema de forma mais clara.
O vício em jogos de azar, especialmente entre evangélicos, tem gerado preocupações entre líderes religiosos. O pastor Carlito Paes, da Igreja da Cidade, destacou os riscos financeiros e espirituais em um vídeo que viralizou nas redes sociais. Segundo ele, a falta de abordagens sobre o tema nas igrejas contribui para o aumento do problema.
Paes afirmou que 19% dos evangélicos jogam na Mega-Sena e outras loterias, conforme pesquisa do Datafolha de novembro de 2024. Esse número sobe para 41% quando se trata de apostas esportivas online, conhecidas como BETs, segundo dados do PoderData de 2025. O pastor alertou que o vício em apostas pode levar as pessoas a arriscarem todo o patrimônio construído ao longo dos anos.
Em sua crítica, o pastor enfatizou que muitos frequentam igrejas que não falam sobre a questão como um pecado. Ele argumentou que a ideia de ganhar dinheiro rápido leva os jogadores a acreditarem que podem resolver todos os seus problemas financeiros de forma imediata. “Problemas financeiros se resolvem com disciplina e economia”, orientou Paes.
Hipocrisia nas Redes Sociais
Além dos riscos financeiros, Paes também criticou a ostentação nas redes sociais. Ele observou que muitos tentam mostrar um estilo de vida que não condiz com a realidade, gastando dinheiro que não têm. “Estamos vivendo uma realidade de pessoas que querem comprar o que não podem, para mostrar para pessoas que odeiam”, afirmou.
A crescente adesão a apostas entre os evangélicos, que se intensifica nos últimos anos, é um sinal de alerta. O pastor concluiu que é essencial que as igrejas abordem essa questão de forma mais clara, a fim de prevenir consequências graves para a comunidade.
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