- Campanha CfaN Fire Wave, no Quênia, mobilizou 74 evangelistas e 35 líderes locais para atuar em escolas, mercados e pontos de circulação em dez dias, liderada pelos evangelistas Nathaniel e Lea Manning.
- Em Meru, Maua, Kitui, Kapsabet, Chuka e Ndaragwa, o esforço alcançou mais de 551 mil jovens.
- Houve relatos de curas e transformação comunitária, com exemplos como jovens recuperando movimentos após orações.
- A ação foi planejada por mais de dez meses e envolve distribuição de materiais, treinamento de evangelistas africanos e expansão de bases.
- A CFA N busca atingir 580 milhões de crianças na África, com metas futuras no Quênia para 15 milhões, conforme o líder Daniel Kolenda.
A campanha CfaN Fire Wave ocorreu no Quênia e mobilizou 74 evangelistas e 35 líderes locais em 10 dias, alcançando mais de 551 mil jovens. A ação aconteceu em várias regiões do país, com atividades em escolas, mercados e pontos de circulação para compartilhar a mensagem cristã e promover transformações comunitárias.
O projeto, liderado por evangelistas da CfaN, inclui distribuição de materiais, treinamento de equipes locais e a expansão de bases missionárias. A meta é chegar a 580 milhões de crianças africanas com atividades de evangelização e educação em parceria com igrejas locais.
Durante o período, equipes atuaram nas cidades de Meru, Maua, Kitui, Kapsabet, Chuka e Ndaragwa. O trabalho envolveu mobilização diária de equipes em espaços públicos para iniciativas contínuas de evangelização entre crianças e jovens.
Relatos de participação indicam engajamento de comunidades, como crianças cantando em praças e jovens recitando histórias bíblicas. Registros também apontam relatos de curas e de mudanças positivas em comunidades, ainda não quantificados de forma oficial.
A organização destaca que os desdobramentos vão além da ação pontual, com planos de estabelecer bases mais robustas e parcerias com igrejas locais. O objetivo é ampliar o alcance e sustentar ações que envolvam os próprios jovens em ações comunitárias.
Para Daniel Kolenda, presidente da CFA N, o movimento ainda está longe do seu fim. Questionamentos sobre metas maiores — como alcançar 15 milhões de crianças no Quênia ou 580 milhões na África — são apresentados como parte do planejamento para futuras campanhas.
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