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Pastor alerta cristãos sobre risco de idolatrar IA e pede discernimento

Uso de IA em ministérios cresce 80%; fiéis recorrem a apps de oração e surgem iniciativas como “Jesus de IA”, com alerta sobre idolatria e necessidade de diretrizes

O uso da IA cresceu 80% nos ministérios das igrejas. (Foto: Ilustração/Unsplash/Solen Feyissa)
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  • Houve um aumento de oitenta por cento no uso de IA nos ministérios das igrejas nos últimos anos.
  • Mais fiéis recorrem a aplicativos para orientação espiritual, com iniciativas como “Jesus de IA” e apps de oração.
  • O pastor Ray Miller alertou para o perigo da idolatria e de enganos, dizendo que a IA pode parecer uma divindade onisciente se usada para substituir a comunidade.
  • Casos/experiências incluem uma igreja na Suíça que criou um “Jesus de IA” e um pastor nos Estados Unidos lançando um app de oração baseado na tecnologia.
  • Especialistas destacam a necessidade de diretrizes para uso responsável, reforço do discipulado e cuidado para que a IA apoie, sem substituir, o relacionamento com Deus.

Um pastor americano alertou cristãos sobre o possível pecado da idolatria diante do avanço da Inteligência Artificial (IA). Segundo ele, a busca por respostas rápidas em apps pode se tornar um ídolo. A fala ganhou espaço após dados sobre o uso da IA.

Há pouco mais de dois anos, a maioria dos cristãos não via a IA como boa para a Igreja. Hoje, o uso da tecnologia cresceu 80% nos ministérios das congregações, com fiéis recorrendo a apps para orientação espiritual. Fonte: The Christian Post.

O pastor Ray Miller, da Primeira Igreja Batista de Abilene, no Texas, disse que a IA não ameaça a fé em Deus, pois “Deus é maior”, mas pode gerar um novo tipo de idolatria ao oferecer sensação de onisciência. Ele destacou riscos de mensagens trocadas com Jesus.

Diversas iniciativas vêm surgindo: apps de oração e até projetos como um suposto Jesus de IA, com polémica na Suíça, onde uma igreja criou interação com personagens bíblicos. Nos EUA, pastor lançou um app de oração baseado em IA.

O temor inclui chances de enganos e exploração por pessoas mal-intencionadas que prometem conversas com figuras religiosas. Miller cita o risco de substituir comunidades físicas por respostas automatizadas, o que pode oferecer conforto sem convicção.

Desenvolvimento recente

O pastor afirma que a IA deve apoiar o crescimento humano, sem substituir o vínculo com Deus. Ele compara a revolução tecnológica à disseminação da Bíblia ao povo, destacando a necessidade de refletir sobre o que significa ser humano na era digital.

Ele ressalta que as igrejas têm papel fundamental em orientar fiéis para um relacionamento interativo com Deus, com uso responsável da IA como ferramenta de pesquisa. O discipulado segue como prioridade para aprofundar a fé.

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