- Luiz Alexandre Combat era ateu e defensor do materialismo científico; escreveu “Negacionista é o ateu” defendendo que a existência de Deus pode ser comprovada pela ciência, especialmente pela biologia e pelo DNA.
- O nascimento do primogênito Gabriel, que tem síndrome CTNNB1, o aproximou de Deus e o levou a rever sua visão de mundo, buscando entender a vida pela genética.
- Em entrevista ao Guiame, o autor afirmou ter se tornado cristão e que busca aplicar os ensinamentos de Cristo, enxergando Deus também na ciência e no DNA.
- Ele diz que a virada ocorreu ao pedir um propósito de vida e ao estudar os genes ligados à condição do filho, chegando a perceber Deus na “assinatura do DNA” e na complexidade da vida.
- No livro, Combat sustenta que negar o Criador é anticiência e afirma que a vida não é fruto do acaso, destacando a densidade de programação do genoma como evidência de uma mente superior.
Luiz Alexandre Combat, ex-ateu, abandonou o materialismo científico ao longo de sua trajetória. Ele passou a defender a ideia de que a vida tem criação intelectual superior e lançou o livro Negacionista é o ateu, no qual sustenta a existência de Deus como fundamento científico.
A motivação central veio da relação com o filho Gabriel, que nasceu com a síndrome CTNNB1, uma condição genética rara. A partir do estudo do gene envolvido, Combat afirma ter aprofundado sua visão sobre DNA, bioquímica e espiritualidade.
O autor declara ter adotado a fé cristã após experiências que relata como sobrenaturais, e afirma que a ciência pode indicar a presença de Deus. Em entrevista ao Guiame, ele descreve a transformação pessoal e o propósito que encontrou na fé.
Virada de fé
Segundo Combat, a crise de sentido vivida no auge do materialismo o levou a buscar um propósito de vida. Gabriel, com a doença genética, tornou-se catalisador dessa mudança, levando o autor a estudar a genética e a perceber a complexidade da vida.
No livro, ele sustenta que o código genético aponta para uma criação intencional, defendendo que a densidade de programação do DNA é incompatível com explicações puramente materiais. O texto apresenta a visão de que a vida é obra de uma mente superior.
Combat reitera que a saúde e o corpo humano devem ser vistos como parte da criação divina. A obra conclui que a humanidade pode ser chamada a viver à imagem e semelhança de Deus, com base nos seus argumentos bioquímicos e teológicos.
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