- Erika Kirk, 37 anos, assumiu a CEO da Turning Point USA após a morte de Charlie Kirk em setembro, em 10 de setembro, durante um evento na Utah Valley University.
- Em entrevista ao Fox News Sunday, ela disse que suas orações seguem a mesma linha de antes: que seja usada por Deus e guiada pela vontade divina, sem desejar nada fora desse plano.
- Ela mencionou que o legado de Charlie motiva o trabalho da organização e que, junto com ele, tinha dois filhos: uma filha de 3 anos e um filho de 1 ano.
- Erika descreveu suas conversas com Deus como pedir para ser guiada, curar o coração e manter-se em sintonia com a vontade divina, reforçando que não quer nada que fuja desse propósito.
- Em Megyn Kelly Live, ela reiterou que não guarda raiva do homem acusado de matar Charlie e afirmou que a justiça de Deus é o que importa, expressando desejo de reconciliação para todos os envolvidos.
Erika Kirk assumiu a presidência da Turning Point USA após a morte de Charlie Kirk em setembro, sucessora na liderança do movimento. A família enfrenta o luto com a continuidade da organização. Erika tem 37 anos e já havia falado sobre sua fé em entrevistas anteriores.
Em entrevistas, Erika diz que suas orações seguem a mesma linha de antes: pedir para ser usada por Deus e guiada pela vontade divina. Ela afirma não desejar nada fora desse plano e cita o objetivo de manter vivo o legado de Charlie.
O assassinato de Charlie Kirk ocorreu em 10 de setembro, durante um evento ao ar livre na Universidade Utah Valley. Erika destacou que a devoção do marido ao serviço religioso moldou o trabalho da organização.
Novas falas sobre fé e propósito
Em entrevista ao Fox News Sunday, Erika descreveu o diálogo com Deus como contínuo e orientado pela busca de cura e de pessoas que ajudem no processo. Ela enfatiza que não pretende agir fora da vontade divina e que o propósito maior sustenta as ações.
Aos 37 anos, Erika também mencionou em outra conversa que se casou com Charlie em 2021 e que tiveram dois filhos, uma menina de 3 anos e um menino de 1 ano. Segundo ela, o casal via o serviço a Deus como motor do que foi construido.
Erika detalhou as orações, pedindo força para manter a fé, curar o coração e alinhar os passos com a vontade divina. Ela afirmou que qualquer desvio seria inadequado para o papel que desempenha na organização.
Ela já havia abordado o tema em entrevista à Megyn Kelly Live, em novembro, discutindo raiva, dor e a busca por compreensão dos planos de Deus diante da tragédia. Erika ressaltou que a rendição à vontade divina orienta suas decisões.
Na ocasião, explicou que manter-se firme evita atrair a raiva e que essa postura permite cumprir as responsabilidades com a organização e com os filhos. A candidata afirmou que não permitiria que sentimentos negativos a desviem do propósito.
Questionada sobre palavras ao agresor ou à família envolvida, Erika disse que não haveria espaço para compaixão ou raiva extremas. Ela cita que a justiça de Deus é o parâmetro, e que a reconciliação pode existir sob esse prisma.
Entre na conversa da comunidade