- Grupo de dezoito monges budistas atingiu a metade de uma caminhada de 2.300 milhas pelo país, com o objetivo de promover paz, bondade amorosa e compaixão.
- O percurso começou em 26 de outubro, em Fort Worth, Texas, passando por Louisiana, Mississippi e Alabama, com paradas no capitólio de cada estado.
- No 83º dia, liderados pelo bhikkhu Paññākāra, os monges caminham descalços; dois deles seguem dhutanga, mantendo apenas três posturas durante a travessia.
- O grupo já enfrentou acidente grave: veículo de escolta foi atingido por um caminhão, resultando na amputação de uma perna de um monge, deixando o grupo com 18 integrantes.
- O cão Aloka, resgatado em 2022, passou por cirurgia e voltou a acompanhar os monges; a meta é levar a mensagem de paz a Washington, D. C., para solicitar o reconhecimento de Vesak como feriado federal.
A comitiva de 18 monges budistas alcançou a marca de metade do percurso na Caminhada pela Paz, de 2.300 milhas, para promover paz, bondade amorosa e compaixão nos EUA. O grupo está na 83ª dia de viagem, em Carolina do Norte, sob liderança do Venerável Bhikkhu Paññākāra, que segue a caminhada descalço. Um dos integrantes sofreu uma lesão grave após um acidente com o veículo de apoio, reduzindo o grupo para 18 participantes.
A jornada começou em 26 de outubro, partindo de um templo budista vietnamita em Fort Worth, no Texas. O trajeto passou por Louisiana, Mississippi e Alabama, com paradas estratégicas nos capitólios de cada estado. A meta é chegar a Washington DC, onde os monges pretendem pedir ao Congresso o reconhecimento de Vesak como feriado federal.
Objetivos e liderança
O porta-voz Neeraj Bajracharya ressalta que a viagem busca levar a mensagem de paz a “o coração da nação”, para que seja integrada ao restante do país. Paññākāra já realizou caminhadas semelhantes, inclusive uma expedição de 112 dias pela Índia em 2022, também descalço, enfrentando vias mais desafiadoras.
Desafios durante o percurso
A equipe já enfrentou adversidades, incluindo o acidente que feriu dois monges e deixou um deles sem perna. Mesmo com a amputação, o monge segue participando de forma adaptada. Um cão, Aloka, adotado pelo grupo, passou por cirurgia após agravar uma lesão preexistente e retornou à caravana em Carolina do Norte.
Acompanhamento e estado atual
Aloka recebeu cuidados veterinários na Carolina do Sul e está sendo reintegrado à marcha com períodos de caminhada curtos ao longo do dia. A presença do cão tem atraído atenção nas redes sociais, ampliando a visibilidade da iniciativa. A organização mantém o plano de alcançar Washington DC para ampliar o alcance do apelo pela paz.
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