- Minicurso Hiperconectados é uma parceria entre RTM Brasil e o Movimento Mesa Preparada, baseado no livro de Jacira Monteiro, para refletir sobre fé e cultura digital.
- O programa tem nove episódios e uma entrevista especial, com o objetivo de discernir os tempos e aprender a seguir Jesus em meio aos ruídos da era digital.
- Propõe perguntas sobre o que buscamos ao deslizar a tela, a influência dos algoritmos na autoimagem e nas relações, e como a fé é formada ou deformada nesse ambiente.
- O lançamento ocorreu em dezenove de janeiro, às dezenove horas, no YouTube da RTM Brasil, com disponibilização em formato de podcast; o conteúdo também passa a integrar a programação de rádio a partir de dezoito de dezembro, às vinte horas.
- O tema surge em meio a relatos de cansaço e impactos da conectividade constante, como ansiedade e solidão, observados por pesquisas de organizações internacionais e de estudos de fé.
O minicurso Hiperconectados surge para refletir sobre fé, cultura digital e os impactos do uso intenso de tecnologia. Dados globais mostram que brasileiros passam mais de 9 horas diárias online, posição elevada no ranking mundial.
A fala é de que a vida online influencia tanto a realidade quanto a espiritualidade, com relatos de ansiedade, solidão e práticas religiosas menos profundas em alguns casos.
O conteúdo mobiliza RTM Brasil e o Movimento Mesa Preparada, inspirado no livro homônimo da pesquisadora Jacira Monteiro. Serão nove episódios, mais uma entrevista especial, com foco em discernimento entre tempos digitais e vida em Cristo.
Formato e objetivos
O curso propõe perguntas sobre o que buscamos ao deslizar a tela sem parar, e sobre como algoritmos moldam autoimagem e relações. A abordagem combina visão bíblica com pastoral, visando uma espiritualidade mais consciente.
Formato e disponibilidade
O lançamento ocorre hoje, 19 de janeiro, às 19h, no YouTube da RTM Brasil, com versão em podcast simultânea. No dia 20 de dezembro, às 20h, o conteúdo integra a programação de rádio da RTM.
Fontes e referências
A proposta contextualiza dados da OMS e do relatório Digital 2025, além de pesquisas do Barna Group sobre fé e hábitos digitais. A iniciativa é apresentada como convite ao diálogo, sem demonizar a tecnologia.
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