- A diretora do Iran Alive Ministries, Lily Meschi, diz que os protestos no Irã não são novidade e ocorrem a cada dois anos, com a atual onda apresentando diferenças.
- Ela afirma que é muito triste e preocupante pela quantidade de pessoas mortas nas ruas do Irã.
- A organização usa televisão via satélite e outras tecnologias para transmitir conteúdo cristão ao país, incentivando fiéis a permanecerem firmes e a serem a luz de Jesus.
- Meschi relata relatos de muçulmanos iranianos que dizem ter encontrado Jesus por meio de sonhos e visões, com alguns mencionando curas em contextos de enfermidade.
- Sobre o cenário político, ela pede orações pelos iranianos e pelas autoridades, diz acreditar que o regime está enfraquecido e cita o bloqueio de internet durante os protestos como agravante.
A diretora do Iran Alive Ministries, Lily Meschi, afirmou que os protestos no Irã não são surpreendentes, ocorrendo a cada dois anos. Ela disse que a atual onda tem diferenças em relação a revoltas anteriores.
Meschi descreveu a violência nas ruas como muito triste e preocupante pela quantidade de mortes em diversas cidades e províncias do país. Ela mantém o foco no sofrimento da população durante as manifestações.
Morando nos Estados Unidos, mas nascida no Irã, ela destacou o uso de televisão via satélite e outras tecnologias para levar conteúdo cristão ao território iraniano. Segundo ela, o objetivo é que os fiéis permaneçam firmes e atuem como luz em meio à escuridão.
A evangelista informou que, nos últimos anos, tem ouvido relatos de muçulmanos iranianos que dizem ter encontrado Jesus por meio de sonhos e visões, chegando a se aproximar do cristianismo. Ela citou uma colega que também se converteu por meio dessas experiências.
Segundo Meschi, muitos contatos recebidos mencionam curas associadas a essas manifestações espirituais. Ela relatou casos em que pessoas afirmam ter visto Jesus em sonhos, com cura de enfermidades e desejo de conhecer mais sobre a fé.
Ao comentar o cenário político, a líder religiosa pediu orações por iranianos e autoridades. Ela afirmou acreditar que o regime estaria enfraquecido, sugerindo que estaria vivendo seus “últimos suspiros”, sem ampliar julgamentos.
Ela apontou ainda dificuldades econômicas persistentes e a perseguição a cristãos como fatores relevantes no Irã. Entre as razões citadas, destacou medidas do governo que restringem a liberdade de expressão, como o bloqueio de internet durante protestos.
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