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Arcebispa de Canterbury: primeira mulher a liderar a Igreja da Inglaterra

Sarah Mullally, aos 63 anos, confirmada como Arcebispa de Canterbury, a primeira mulher a liderar a Igreja da Inglaterra em 492 anos

Britain's Archbishop of Canterbury Sarah Mullally poses for a group photograph with bishops after the service of confirmation of her election at St Paul’s Cathedral, where she officially became the 106th Archbishop of Canterbury and the first-ever female to lead the Church of England, in London, Britain, January 28, 2026. REUTERS/Isabel Infantes
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  • Sarah Mullally, de 63 anos, foi confirmada como arcebispa de Canterbury, tornando-se a primeira mulher a liderar a Igreja da Inglaterra em 492 anos.
  • A cerimônia de confirmação ocorreu na Catedral de São Paulo, e Mullally assume oficialmente após a nomeação anunciada há quase quatro meses.
  • Mullally é enfermeira especializada em cuidar de vítimas de câncer, casada e mãe de dois filhos.
  • A nomeação pode aprofundar divisões na Comunhão Anglicana, com cerca de cem milhões de fiéis em 165 países, sobre o papel das mulheres e direitos de pessoas LGBT.
  • Ela substitui o arcebispo Justin Welby, que anunciou a demissão em novembro de 2024; a posse formal acontece até 25 de março em Canterbury.

Arcebispa de Canterbury é a primeira mulher a liderar a Igreja da Inglaterra

Sarah Mullally, 63 anos, foi confirmada nesta quarta-feira em Londres como arcebispa de Canterbury, tornando-se a primeira mulher a chefiar a Igreja da Inglaterra em 492 anos. A nomeação marca um marco histórico para a instituição.

Mullally é enfermeira especializada em cuidado de vítimas de câncer e ingressou no clero após a carreira na área de saúde. Casada e mãe de dois filhos, ela assumiu as responsabilidades oficiais durante uma cerimônia na Catedral de São Paulo, para confirmar a nomeação anunciada há quase quatro meses.

O processo de confirmação envolveu uma comissão de 17 membros, clérigos e leigos, e foi confirmado pelo rei Carlos III, chefe supremo da igreja. A nomeação ocorre em meio a debates sobre o papel das mulheres na hierarquia e sobre o tratamento de pessoas LGBT dentro da Comunhão Anglicana.

A nomeação de Mullally pode acentuar tensões dentro da Comunhão Anglicana, que reúne cerca de 100 milhões de fiéis em 165 países, com posições divergentes sobre gênero e práticas religiosas. A escolha também acontece em um momento de escrutínio sobre a resposta da Igreja da Inglaterra a casos de abuso sexual ocorridos nos últimos anos.

Mullally substitui o arcebispo Justin Welby, que anunciou a saída em novembro de 2024 após críticas relacionadas a informações sobre alegações de abuso em um acampamento de verão ligado à igreja. O processo de oficialização completo deve ocorrer em Canterbury, em 25 de março, com a entronização formal.

Sequência e próximos passos

  • Mullally será formalmente empossada como bispa da diocese de Canterbury na catedral homônima.
  • O ato encerra o longo processo de confirmação iniciado há meses.
  • A liderança será acompanhada de debates contínuos sobre reformas internas e combate a abusos.

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