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Francis Chan afirma que parar de ir às nações gera conforto excessivo no The Send

Francis Chan alerta: apenas doze mil missionários atuam entre povos não alcançados, enquanto 3,4 bilhões não conhecem o Evangelho

Francis Chan prega sobre coragem para o aceitar o envio missionário no The Send. (Foto: Reprodução/YouTube/Dunamis Movement)
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  • The Send Brasil 2026 aconteceu neste sábado, em cinco estádios diferentes, reunindo milhares de cristãos para mobilização, oração e envio missionário.
  • Francis Chan afirmou que o envio missionário não é resultado de empolgação, mas de uma convicção gerada pelo Espírito Santo.
  • O líder destacou que 3,4 bilhões de pessoas no mundo ainda não conhecem Jesus, evidenciando a urgência de enviar missionários.
  • O compromisso proposto é de quatro anos: um ano de treinamento e três anos vivendo entre povos não alcançados, com riscos reais.
  • Chan alertou que movimentos que deixam de enviar pessoas às nações podem perder a presença de Deus, ligando a presença divina à decisão de ir.

Francis Chan participou da segunda edição do The Send Brasil, evento realizado neste sábado (31) simultaneamente em cinco estádios do Brasil. O encontro, com duração de 12 horas, reuniu milhares de cristãos com foco em mobilização missionária, oração e envio de missionários. Chan enfatizou que o objetivo não é apenas emocionar, mas provocar compromisso real com o envio.

Segundo o líder do ministério Crazy Love, ainda existem vastas áreas não alcançadas pelo Evangelho. Ele informou que 3,4 bilhões de pessoas não têm acesso à mensagem cristã e que, portanto, há urgência de enviar. Chan afirmou que o movimento visa transformar convite em ação concreta, não apenas em celebração coletiva.

O pastor destacou que o Brasil pode gerar um mover de Deus por meio de ações efetivas de envio. Ele alertou para que grandes ajuntamentos não substituam o envio de missionários às nações, citando exemplos de ambientes nos EUA onde a paralisação do envio levou à perda de sensibilidade espiritual. Chan mostrou preocupação com a manutenção da presença divina nesse contexto.

O compromisso proposto pelo movimento é de quatro anos de dedicação missionária: um ano de treinamento e três anos vivendo entre povos não alcançados, aprendendo a língua e a cultura. Ele advertiu que o chamado envolve riscos reais, inclusive a possibilidade de perder a vida, e reforçou que o engajamento precisa nascer de convicção espiritual, não de empolgação.

Para ilustrar a fundamentação, Chan citou Mateus 28 e lembrou que a presença de Jesus estaria associada ao mandamento de ir às nações. Ele reforçou que a fé deve se traduzir em disposição para ir, mesmo diante de adversidades, e que ambientes que buscam somente conforto espiritual podem perder sensibilidade.

Chamado e testes de fé

Chan afirmou ainda que nem todos os enviados verão avivamento ou grandes números de conversões, mas poderão cumprir fielmente seu propósito. Ele destacou que a fidelidade a Deus pode ser reconhecida pela vida entregue, não por reconhecimento humano. O pastor encerrou ressaltando que o verdadeiro chamado nasce do Espírito Santo e que o caminho pode exigir sacrifícios pessoais.

No fechamento, Chan encorajou jovens a buscar o propósito de vida que agrade a Deus, sem depender de aplausos ou popularidade. Ele reforçou que quem aceita o chamado precisa estar preparado para enfrentar dificuldades, mantendo a fé e a convicção de que o envio é parte essencial da prática da fé cristã.

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