- O pastor Silas Malafaia se posicionou sobre o The Send, evento ocorrido no sábado 31 de agosto, de forma simultânea em cinco estádios, com público estimado acima de 250 mil pessoas.
- Em gravação divulgada nas redes sociais, ele disse que o evento é de natureza espiritual e rebateu críticas associadas à busca de visibilidade online.
- Sobre fins lucrativos, Malafaia afirmou que não houve patrocínio de órgãos públicos e que a receita de ingressos e ofertas voluntárias foi insuficiente para cobrir todos os custos.
- Ele disse ainda que não houve pagamento de cachê a pastores ou artistas; afirmou ter arcado com suas próprias viagens a Recife, em Pernambuco, e a Belo Horizonte, em Minas Gerais.
- Ao abordar alegações de caráter político, o pastor afirmou que falar a verdade não é política e encerrou citando Gamaliel: “Se essa obra é de Deus, ela permanece”.
Em gravação publicada nas redes sociais, o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, comentou críticas ao evento The Send. A reunião ocorreu no último sábado, 31 de agosto, em cinco estádios do país, com público estimado acima de 250 mil pessoas.
Malafaia descreveu o encontro como de natureza espiritual e rebateu as acusações que circulam online. Segundo ele, parte das críticas pode ter relação com busca de visibilidade digital, afirmando ainda que redes sociais não definem a história de uma obra.
Quanto à alegação de fins lucrativos, o pastor assegurou que o evento não contou com patrocínio público e que a receita com ingressos e ofertas voluntárias foi insuficiente para cobrir todos os custos de produção. Ele afirmou não ter recebido cachê e citou que financiou, de forma particular, viagens para Recife e Belo Horizonte.
Aspectos financeiros e caráter do evento
Em continuidade, Malafaia ressaltou que o investimento pessoal não se restringiu apenas aos deslocamentos, sem detalhar valores. Afirmou, ainda, que os gastos cobririam apenas parte da organização, sem indicar fontes oficiais de aporte.
Dimensão política e referências bíblicas
O pastor afirmou que a discussão sobre política não é intrinsecamente ligada ao cristianismo, defendendo a ideia de que falar sobre fé não configura atuação política. Em tom de conclusão, citou Gamaliel, lembrando que obras consideradas de Deus permanecem, enquanto as humanas podem desaparecer.
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