- O pastor Philip Mantofa, líder da GMS Church na Indonésia, participou do The Send Brasil e destacou que seguir Jesus exige ousadia, obediência e disposição para perder tudo pelo Reino.
- Mantofa explicou que ousadia não é um sentimento, mas uma decisão de obedecer a Deus, mesmo diante do medo, e que a igreja dele tem cerca de 100.000 membros no país.
- Ele afirmou que a verdadeira ousadia surge quando é preciso e que não se conhece a ousadia sem enfrentar o medo diário.
- Mantofa nasceu em Surabaya, estudou teologia no Canadá e voltou à Indonésia em 1998 para pregar o Evangelho, reconhecendo o medo de perder a Indonésia eternamente.
- Ao final, pediu um “manto de ousadia” para os cristãos do Brasil, enfatizando que a ousadia é espiritual.
O pastor Philip Mantofa, líder da GMS Church na Indonésia, participou do The Send Brasil 2026 e trouxe uma mensagem sobre coragem, obediência e disposição para sacrificar tudo pelo Reino de Deus. O evento ocorreu em território brasileiro, reunindo fiéis para discutir missões e mobilização cristã.
Mantofa destacou que ousadia é uma decisão, não um sentimento, e que a coragem surge na prática da obediência a Deus. A GMS Church, uma das igrejas que mais cresce na Indonésia, soma cerca de 100 mil seguidores.
O pastor contou uma trajetória marcada pela decisão de retornar ao país natal para pregar o Evangelho, mesmo reconhecendo o medo de perder a Indonésia. Ele relatou uma oração intensa que mudou sua perspectiva missionária.
Ele descreveu o momento em que pediu a Deus que o enviasse para a Indonésia ou que fosse retirado, e que esse mesmo impulso deveria guiar os cristãos brasileiros a orarem por cidades ou pelo país inteiro. A mensagem enfatizou a importância de convicção forte na missão.
Mantofa afirmou que a missão de Jesus é digna de risco, e que o local onde Deus envia o cristão pode representar desafios ou perigos. A fala encerrou com um chamado para que a igreja brasileira receba um manto de ousadia, tornando a ousadia uma dimensão espiritual da vida de fé.
Desdobramentos
Pesquisas e relatos oficiais do evento indicam que a fala provocou reflexões sobre engajamento missionário no Brasil. Não houve anúncio de ações específicas, apenas o incentivo à oração estratégica por regiões e nações.
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