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Ex-mestre de samba convertido faz alerta sobre o Carnaval

Ex-mestre-sala da Mangueira, convertido a pastor, alerta que o Carnaval abre portais do inferno e pede fechamento de brechas espirituais

William Lourenço Braga. (Foto: Facebook/William Lourenço Braga).
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  • William Lourenço Braga, ex-mestre-sala da Mangueira, tornou-se pastor e, hoje, atua como capelão e teólogo.
  • Em participação com a ex-cantora Carla Wintor, ele afirmou ter sido criado em uma família ligada à feitiçaria e ter sido consagrado a mais de quarenta demônios.
  • Na vida adulta, foi mestre-sala reconhecido internacionalmente, com passagens por diversos países, e relatou uso de cocaína, alcoolismo e envolvimento com drogas.
  • Em mil novecentos noventa, durante o desfile na Marquês de Sapucaí, teria tido um encontro com Jesus, que descreveu como uma intervenção divina e uma energia de restauração durante a apresentação.
  • Atualmente, alerta sobre a dimensão espiritual do Carnaval, dizendo que os portais do inferno se abrem na sexta-feira que antecede a folia e defendendo o fechamento de brechas durante o período.

O ex-mestre-sala William Lourenço Braga, conhecido por atuar na escola de samba Mangueira, disse ter sido resgatado por Jesus durante o Carnaval, no Rio de Janeiro. A revelação ocorreu em participação numa live da ex-cantora Carla Wintor.

Braga contou que foi criado em uma família ligada à feitiçaria e que chegou a receber consagração a mais de 40 demônios antes de chegar à vida adulta. Ele chegou a viajar pelo exterior como integrante da Mangueira.

Segundo o relato, tudo mudou em uma madrugada em que recebeu cocaína de um amigo traficante em uma favela. A polícia chegou ao local e ele se abrigou na casa de um cristão, onde houve uma leitura da Bíblia.

Na passagem bíblica de Marcos 8:34, ele afirma ter encontrado um chamado para seguir Jesus. O momento é descrito como decisivo, com conflitos entre a tentação pela vida mundana e a busca por fé.

A partir dessa experiência, Braga reconhece ter enfrentado vícios e envolvimento com drogas, além de superar ameaças associadas a pactos espirituais. Foi um período de livramentos que o levou a abandonar religiões ocultistas.

Ainda em 1990, durante o último Carnaval em que atuou na Mangueira, ele diz ter vivido um encontro espiritual no desfile da Sapucaí, com experiências descritas como visões de luz e presença divina.

Após esse episódio, o ex-mestre-sala integrou a igreja de forma mais efetiva, escolhendo o sacerdócio. Hoje, ele atua como pastor, capelão e teólogo, dedicando-se a orientar sobre a percepção espiritual da folia.

Braga passou a alertar sobre o Carnaval, afirmando que a data abre portas espirituais conforme ele descreve. O pastor sustenta que a verdadeira alegria está em Cristo, não nas celebrações mundanas.

Ele reforça a necessidade de evitar brechas espirituais nos dias de carnaval, segundo suas palavras. A fala destaca uma visão de combate ao que ele considera influências negativas associadas ao evento.

A atuação atual do ex-mestre-sala inclui atividades pastorais e de aconselhamento, com foco em oferecer orientação religiosa sobre a temática do Carnaval e suas interpretações espirituais.

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