- Uma conferência de três dias na Southeastern University, em Lakeland, Flórida, começou em 9 de fevereiro e se transformou em um movimento de adoração e oração entre estudantes.
- Após a sessão da manhã do último dia, houve um momento de arrependimento, com confissão de pecados e oração entre os alunos; a evangelista Jennie Allen falou sobre discipulado e chamou para viver o chamado de Deus.
- As atividades ocorreram principalmente na Capela Bush do campus, com o auditório da Victory Church, que comporta cerca de 4.300 pessoas; a programação continuou após o horário oficial, com várias sessões até altas horas.
- Da capela, houve transmissão ao vivo para dezenas de milhares de pessoas; alguns alunos chegaram a ser batizados em banheiras improvisadas no local; o chefe de gabinete da universidade sinalizou que havia fila de cerca de 600 alunos para ingressar às atividades.
- A universidade afirmou que não está chamando o que ocorre de avivamento, mas sim de um derramamento do Espírito de Deus, com fome pela presença divina; o presidente Kent Ingle pediu que moradores locais participassem das orações.
O que ocorreu: estudantes de uma universidade cristã na Flórida estenderam cultos de adoração por dias seguidos, após uma conferência de três dias que começou em 9 de fevereiro. O objetivo é promover oração, arrependimento e discernimento de propósito entre jovens no campus da Southeastern University (SEU), em Lakeland.
Quem está envolvido: centenas de alunos participam do movimento, com participação de Jennie Allen, evangelista do Unite US, que conduziu a ministração sobre arrepender-se para cumprir o chamado de Deus, e de David Lawson, aluno e membro da equipe de louvor da SEU, que descreveu o momento como espiritual e orgânico.
Quando e onde: a conferência ocorreu na Victory Church, com auditório para cerca de 4.300 pessoas. Depois do encerramento formal da programação, a Capela Bush do campus permaneceu aberta para quem quisesse continuar a oração, com entrada de mais de 600 pessoas à meia-noite.
Por que aconteceu: o impulso partiu de uma mensagem sobre arrependimento, encerrada com pedidos de confissão. Estudantes oraram, confessaram pecados e se apoiaram mutuamente, em um movimento que ganhou transmissão ao vivo e adesão global.
Mudança de tema: adesão e desdobramentos no campus
Segundo Patrick Fitzgerald, chefe de gabinete da universidade, a dinâmica tornou-se um movimento liderado pelos próprios estudantes, com reuniões que se estenderam diariamente até altas horas. A SEU afirmou que o movimento é orgânico e não foi declarado avivamento, ressaltando avaliação futura.
A instituição manteve a posição de não classificar o episódio como avivamento, destacando que se trata de uma experiência marcada pela fome espiritual e pela presença de Deus. A SEU também divulgou horários de cultos para quarta-feira, incentivando a continuidade das orações.
Determinantes locais e nacionais repercutiram o episódio, com transmissões ao vivo de dezenas de milhares de pessoas ao redor do mundo. Alguns alunos chegaram a ser batizados em banheiras improvisadas no campus durante o movimento.
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