- O papa Francisco pediu paz na Ucrânia, afirmando que o fim do conflito de quatro anos “não pode ser adiado”.
- O Vaticano mencionou a necessidade de uma solução, em meio aos esforços dos Estados Unidos para mediar um acordo entre Moscou e Kyiv.
- A Rússia realizou ataques com drones, mísseis balísticos e cruzeiro, segundo o relato das Forças ucranianas e autoridades locais.
- Kyiv rejeita a ideia de retirada de partes do leste Donbas, condição apresentada pela Rússia para avanços na negociação.
- O pontífice afirmou que a guerra é uma ferida para toda a humanidade, causando mortes, destruição e sofrimento que afetam gerações.
O Papa fez um apelo veemente pela paz na Ucrânia, afirmando que o fim do conflito que dura quatro anos não pode ser adiado. O comunicado foi feito durante a audiência semanal no Vaticano, em 22 de fevereiro, com a presença de peregrinos na praça de São Pedro. O pontífice ressaltou a urgência de decisões responsáveis para promover a reconciliação.
Segundo relato das forças ucranianas, a Rússia intensificou ataques na última madrugada, com drones, mísseis balísticos e de cruzeiro usados contra alvos no território ucraniano. As ofensivas terem ocorrido enquanto a guerra já provoca destruição e vítimas em várias regiões, sem uma trégua anunciada.
Durante o discurso dominical, o líder religioso reiterou que a paz não pode ser adiada e destacou a necessidade de ações concretas. Ele descreveu a guerra como uma ferida que afeta toda a família humana, deixando morte, devastação e sofrimento duradouros.
Contexto da mediação internacional
As tentativas de mediação contam com a participação dos Estados Unidos, que buscam facilitar um acordo entre Moscou e Kyiv. A Rússia exige retirada de partes da região Donbas sob seu controle, posição rejeitada pela Ucrânia. O objetivo é chegar a um cessar-fogo e a uma solução diplomática duradoura.
Os impactos do conflito seguem sendo sentidos em várias frentes, com danos à infraestrutura e desabrigados. Fontes militares e locais na Ucrânia indicam que os ataques recentes agravam a crise humanitária e dificultam o retorno seguro de moradores às suas casas.
O apelo papal ressalta a responsabilidade de líderes e cidadãos em buscar caminhos de negociação. Autoridades do Vaticano não divulgaram detalhes de novas negociações, mantendo o tom de encorajamento à estabilidade regional.
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