- Em julho estreou na RTM o programa “Novos Acordes”, apresentado por Carlinhos Veiga, inspirado na coluna dele na revista Ultimato há mais de 20 anos.
- A proposta é revelar canções e novos nomes do meio cristão brasileiro, destacando músicas edificantes e bíblicas em meio à grande oferta de lançamentos diários nas plataformas digitais.
- O produtor afirma que o programa busca abrir caminhos para ouvir músicas de qualidade, indo além do que chega pela mídia comercial, e valorizando artistas com trabalhos relevantes.
- A temporada terá 52 edições, com duração de 27 minutos cada, oferecendo também curiosidades sobre as composições e contexto dos artistas.
- A programação vai ao ar toda sexta-feira, às 15h, com reprises aos sábados e domingos; haverá também disponibilização em podcast nas principais plataformas digitais.
Em julho, a RTM estreou o programa Novos Acordes, apresentado por Carlinhos Veiga. A produção nasce a partir da coluna que Veiga mantém há mais de 20 anos na revista Ultimato, destacando canções e novos nomes do meio cristão brasileiro.
A proposta do programa é ampliar o catálogo de músicas edificantes e bíblicas, conectando o público a obras de qualidade que vão além da indústria musical comercial. Veiga afirma que, diante de milhares de lançamentos diários, o espaço busca valorizar tesouros musicais muitas vezes esquecidos.
O diferencial em relação à coluna impressa é a imersão sonora: o público vivencia as canções de forma mais direta, com foco em experiências marcantes no universo musical cristão. Há interesse em revelar a diversidade de talentos atuais.
Temporada
A temporada é semanal, com 52 edições previstas. O formato representa um desafio, mas também uma oportunidade de destacar novos talentos e oferecer contexto sobre as composições.
Cada edição dura 27 minutos. Os episódios vão ao ar na RTM às sextas, às 15h, com reprises aos sábados, 10h e 23h, e aos domingos, 2h30, 8h30 e 16h30. O programa também será disponibilizado em formato de podcast nas principais plataformas digitais.
Conteúdo originalmente publicado na Revista RTM Brasil nº 18.
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