- Nessa sexta-feira (13), o pastor Filipe Duque Estrada, conhecido como Lipão, da igreja Onda Dura, em Joinville (SC), encorajou líderes e pastores a manterem o foco em Jesus diante da pressão do ministério.
- Ele afirmou que servir a Deus não é viver sem dificuldades, e sim cumprir um propósito mesmo sob pressão, citando a passagem de 2 Coríntios.
- Lipão explicou o trecho sobre “tesouros em vasos de barro” e os paradoxos de Paulo: pressionados, mas não esmagados; perplexos, mas não desesperados; perseguidos, mas não abandonados; derrubados, mas não destruídos.
- Destacou que a presença de Deus renova a alma e que todo pastor pode sentir pressão, oposição e cansaço, mas o ministério é sustentado pela fé.
- Concluiu que seguir Jesus traz momentos de pressão, mas nunca de abandono, e que é preciso manter os olhos em Jesus para suportar as dificuldades.
Durante uma reflexão bíblica nesta sexta-feira (13), o pastor Filipe Duque Estrada, conhecido como Lipão, da igreja Onda Dura, em Joinville (SC), orientou líderes e pastores a permanecerem firmes no ministério, mesmo diante das pressões da vida.
Lipão lembrou que servir a Deus não corresponde a uma vida sem dificuldades, mas a cumprir um propósito apesar da pressão. A fala ocorreu no perfil dele em uma rede social.
Segundo o pastor, a Bíblia apresenta a realidade do ministério de forma honesta, citando a ideia de que tesouros espirituais vivem em vasos de barro, ou seja, valores eternos dentro de vidas humanas.
Ele ressaltou os paradoxos do cristianismo: é possível sentir pressão sem ser esmagado, perplexidade sem desespero, perseguição sem abandono e quedas sem destruição.
A presença de Deus, reforçou Lipão, sustenta quem permanece no chamado, mesmo quando o corpo cansa. O ministério pode exigir esforços, mas a renovação da alma vem pela fé.
Lipão destacou ainda que as aflições presentes são passageiras e produzem uma glória eterna, conforme a leitura paulina. Dias difíceis passam, mas o que Deus faz permanece.
Por fim, o pastor orientou que o foco deve estar em Jesus, não nas dificuldades momentâneas. Mesmo para quem não atua no púlpito, é necessário manter a vida voltada ao propósito divino.
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