- A guerra civil no Sudão tem levado a que muitos muçulmanos se convertam ao cristianismo, com maior abertura ao Evangelho em campos de refugiados, segundo líderes cristãos.
- Confrontos entre o exército sudanês e forças rebeldes deixaram 17 mortos e 123 feridos graves, em áreas próximas à fronteira com o Chade.
- O conflito, que já dura cerca de três anos, agrava fome, deslocamento de pessoas e o colapso econômico no país.
- Igrejas locais formam líderes, traduzem Escrituras e preparam o Novo Testamento em árabe sudanês e masalit para ser concluído ainda neste ano; muitos muçulmanos se convertem ao ouvirem a mensagem em sua língua.
- A organização Portas Abertas aponta aumento da perseguição desde o golpe de 2021, com restrições religiosas e violência; o Sudão ocupa a 4ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2026.
Em meio à guerra civil no Sudão, líderes cristãos relatam aumento na abertura ao Evangelho, principalmente em campos de refugiados. O contexto de violência e crise humanitária amplia buscas por respostas espirituais.
Confrontos entre o exército sudanês e forças rebeldes deixaram 17 mortos e 123 feridos graves, em áreas próximas à fronteira com o Chade, segundo a Mission Network News. O conflito persiste há quase três anos.
Acompanhando o cenário, ministérios relatam crescimento espiritual. Apesar das dificuldades, comunidades cristãs veem expansão da mensagem e atuação de igrejas locais na formação de líderes.
Igrejas atuam na tradução das Escrituras e no treinamento de líderes de diversas tribos. O objetivo é que, ao retornarem às comunidades, haja disseminação do Evangelho, plantação de igrejas e formação de discípulos.
Nos campos, o trabalho com a Bíblia em línguas locais se intensifica. A tradução do Novo Testamento em árabe sudanês e em masalit deve ficar pronta ainda neste ano.
Muitos muçulmanos estariam se convertendo ao ouvir o Evangelho em sua língua materna, segundo o relato de missionários presentes no país. O pedido é de oração pela segurança dos convertidos.
A Portas Abertas aponta que a situação dos cristãos piorou após o golpe de 2021 e a guerra de 2023. A organização cita aumento da perseguição, restrições religiosas e leis islâmicas em vigor.
Igrejas foram atingidas por ataques, invasões ou uso por grupos armados, enquanto cristãos enfrentam discriminação no sistema de justiça, no mercado de trabalho e na educação.
Convertidos enfrentam rejeição familiar e ameaças, ampliando o risco de vida para quem abandona o islamismo. A necessidade de proteção e apoio comunitário é destacada.
Rafat Samir, líder evangélico, afirma que a igreja precisa se posicionar para defender seus direitos diante do atual cenário de insegurança.
O Sudão ocupa a 4ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2026, indicador internacional do nível de perseguição aos cristãos. Authority e organizações humanitárias acompanham a evolução do tema.
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