- Sarah Mullally, ex-enfermeira do NHS, foi nomeada nesta quarta-feira como a nova Arcebispa de Canterbury, líder espiritual da Igreja Anglicana mundial.
- Ela é a primeira mulher a ocupar o cargo na história de 1.400 anos da instituição.
- A cerimônia de posse ocorreu na Catedral de Canterbury, no sudeste da Inglaterra; Mullally, aos 56 anos, assumirá o cargo oficialmente no próximo domingo.
- Antes de sua nomeação, atuou como bispa de Londres e é reconhecida por promover inclusão e direitos das mulheres na Igreja.
- A Igreja Anglicana tem cerca de 85 milhões de fiéis, e a nomeação representa um avanço na igualdade de gênero dentro da instituição.
Sarah Mullally foi nomeada nesta quarta-feira como a nova Arcebispa de Canterbury, líder espiritual da Igreja Anglicana mundial. Ex-enfermeira do NHS, ela quebra um tabu ao se tornar a primeira mulher a ocupar o cargo em 1.400 anos de história da instituição.
A cerimônia de posse ocorreu na Catedral de Canterbury, no sudeste da Inglaterra. Mullally, de 56 anos, assume oficialmente no próximo domingo, em uma cerimônia que reuniu autoridades religiosas e civis.
Antes da nomeação, Mullally atuou como bispa de Londres, cargo de destaque na Igreja. Ela é reconhecida por lutar pela inclusão e pelos direitos das mulheres na instituição.
A Igreja Anglicana congrega cerca de 85 milhões de fiéis em diversos países, com grande influência no Reino Unido, EUA, Canadá, Austrália e África. A liderança da igreja inspira mudanças em várias comunidades.
A nomeação é vista como avanço na igualdade de gênero dentro de instituições religiosas. Mullally chega com foco em serviço social e em uma visão mais moderna para a Igreja.
A cerimônia de posse foi marcada por momentos de emoção e pela expectativa de uma trajetória de maior representatividade. Mullally afirmou que liderará com humildade, compaixão e fé.
Ela ressaltou a importância do diálogo inter-religioso e da promoção da paz mundial. A arcebispa destacou a Igreja como espaço de acolhimento e esperança para todos.
Contexto
A nomeação simboliza a abertura da Igreja Anglicana a novas lideranças e perspectivas, em sintonia com mudanças sociais do século XXI.
Desdobramentos
Especialistas veem potencial impacto em políticas internas, na promoção de igualdade de gênero e na relação da Igreja com comunidades locais ao redor do mundo.
Fonte: O Tempo
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