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Mãe que perdeu filha em protestos no Irã encontra paz em Jesus

Mãe iraniana que perdeu filha de dezesseis anos em protestos no Irã diz ter encontrado paz ao entregar a vida a Jesus

A adolescente foi assassinada em meio aos protestos no Irã. (Foto: Reprodução/YouTube/Metrópoles/CBN News)
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  • Mãe iraniana que perdeu a filha de 16 anos durante protestos no Irã afirma ter encontrado paz ao entregar sua vida a Jesus; após a tragédia, mudou-se para o norte do Iraque.
  • Em 19 de janeiro, forças de segurança atiraram em Karaj durante as manifestações; a filha foi morta no local.
  • Sameera disse que, mesmo cientes dos riscos, participou do protesto com a filha e a menina demonstrou coragem até o fim.
  • A mãe foi batizada em uma igreja doméstica no norte do Iraque e afirma sentir paz profunda desde então, mantendo as lembranças da filha viva.
  • Iran International aponta mais de 36 mil mortos durante os protestos, com o IRGC e a milícia Basij entre os responsáveis, em um dos episódios mais sangrentos de civis em protestos de rua.

Um relato de dor e fé envolve uma mãe iraniana que perdeu a filha de 16 anos durante protestos contra o regime no Irã. O episódio ocorreu em Karaj, em 19 de janeiro, quando forças de segurança atiraram contra manifestantes. Sevda morreu no local.

Sameera afirmou que, mesmo ciente dos riscos, acompanhou a filha às ruas. A jovem foi baleada no peito e morreu instantaneamente, segundo a mãe, que descreve a coragem da filha até o último suspiro.

Pouco tempo depois, Sameera deixou o Irã e hoje vive no norte do Iraque. Ela disse ter encontrado paz ao entregar sua vida a Jesus, sendo batizada em uma igreja doméstica. A família continua a manter a memória da filha.

Sobre Sevda e o protesto

Sameera lembrou que a filha a incentivava a sair às ruas em busca de liberdade. Sevda expressava desejo de dias de maior liberdade para o povo iraniano, segundo a mãe.

Contexto do conflito

Relatos de Iran International apontam mais de 36 mil mortos no auge dos protestos ocorridos entre 8 e 9 de janeiro. A estimativa envolve documentos confidenciais e relatos de profissionais de saúde e familiares. A maioria das mortes é atribuída ao IRGC e à milícia Basij.

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