- O pastor Silas Malafaia rebate críticas sobre o uso de recursos e a possível substituição de uma aeronave vinculada ao ministério, em vídeo divulgado nas redes sociais.
- Ele afirmou que o dinheiro da igreja não precisa ser dividido entre os membros, defendendo doações voluntárias e o uso de recursos para a manutenção da casa do Senhor e a expansão do reino.
- Malafaia disse que a aeronave não foi comprada pela igreja; foi adquirida em 2009 pela Associação Vitória em Cristo para uso como ferramenta de trabalho.
- Sobre o estado do avião, declarou que é antigo (1985) e está buscando uma troca, ressaltando que o bem não é uso pessoal.
- O pastor destacou ações sociais da instituição, como atendimento a mais de quatro mil pessoas por dia, distribuição de mais de 25 toneladas de alimentos por mês e missões na Guiné-Bissau, além de criticar ataques a líderes religiosos.
O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, rebateu críticas sobre o uso de recursos e a possível substituição de uma aeronave ligada ao seu ministério. A manifestação ocorreu via vídeo divulgado nas redes sociais.
Malafaia contestou interpretações sobre a destinação de recursos nas igrejas, lembrando que a prática cristã não impõe divisão obrigatória de bens. Alegou que a divisão de propriedades é voluntária na igreja primitiva e que obras são pessoais, enquanto o dinheiro da igreja serve à manutenção do templo e à expansão do reino de Deus.
Ele negou que a aeronave tenha sido adquirida com recursos diretos da igreja, afirmando que o avião foi comprado pela Associação Vitória em Cristo em 2009 como ferramenta de trabalho. Questionou ainda a ideia de que apenas por usar um bem maior haveria pecado.
O pastor destacou que a aeronave é antiga, com referência ao ano de fabricação de 1985, e disse que pretende trocá-la, indicando que está buscando apoio divino para novas oportunidades. Reforçou que o bem não é de uso pessoal.
Orientação sobre o uso de recursos e função da aeronave
Malafaia comparou a utilização da aeronave com outros meios de transporte e enfatizou que o objetivo é funcional, ligado às atividades ministeriais. Também mencionou ações sociais mantidas pela instituição.
Ações sociais e alcance da obra
Segundo o líder, a obra social atende mais de 4.000 pessoas por dia, incluindo recuperação de dependentes, apoio a pessoas em situação de rua e reforço escolar. A organização distribui mais de 25 toneladas de alimentos por mês e realiza trabalhos missionários em Guiné-Bissau.
Ao encerrar, o pastor criticou ataques a líderes religiosos e citou princípios bíblicos para justificar a atuação da instituição, sem emitir julgamentos sobre terceiros.
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