- Joel Engel conecta a Páscoa judaica à cruz, dizendo que Jesus completou o quarto cálice a partir das quatro promessas de Êxodo.
- O pastor afirma que o “Egito” simboliza prisões físicas, emocionais, financeiras e espirituais que prendem as pessoas.
- Ele destaca o sangue do cordeiro na sinalização das portas como proteção, santificação e aliança com Deus.
- Segundo Engel, a Páscoa inclui quatro cálices que representam santificação, libertação, redenção e comunhão, apontando para a obra de Cristo.
- A visão dele é de que a crucificação conclui a salvação prevista, com Jesus tomando o quarto cálice e dizendo que está consumado.
A notícia aborda a relação entre a Páscoa judaica e a crucificação, conforme explicações do pastor Joel Engel. Ele afirma que o ritual aponta, profeticamente, para o sacrifício de Cristo, destacando o papel dos quatro cálices na cerimônia.
Engel apresenta a ideia de que o Egito bíblico simboliza prisões que vão além de um território. Segundo ele, o Egito representa situações que aprisionam a vida das pessoas, físicas, emocionais, financeiras e espirituais.
O pastor enfatiza que a libertação do povo de Israel não foi apenas histórica, mas também um convite para que cada pessoa reconheça seus próprios recursos de libertação.
Engel diz que a saída do Egito está ligada à celebração da Páscoa, no qual o sangue do cordeiro sinalizava proteção, santidade e aliança com Deus dentro das casas.
Ele relaciona o sangue do cordeiro à separação das casas da destruição, destacando que esse sinal marcava pertencimento a Deus e proteção familiar durante a passagem.
Os quatro cálices da Páscoa
Na tradição judaica, a Páscoa inclui quatro cálices, cada um representando uma etapa da libertação: santificação, libertação, redenção e comunhão com Deus. A leitura de Engel conecta esses pratos à obra de Cristo.
O primeiro cálice é associado à santificação, destacando que os fiéis são separados para Deus e não vistos como simples indivíduos. O segundo cálice representa libertação das cargas opressivas, incluindo privações e doenças.
O terceiro cálice trata da redenção, envolvendo provisão, sustento e restauração. O quarto cálice aponta para o reino de Deus e a consumação da aliança entre Deus e o seu povo.
Para Engel, Jesus integrou os quatro cálices e todos os elementos da Páscoa, incluindo o cordeiro, concluindo a obra na cruz ao aceitar o cálice final no momento adequado.
O sacrifício de Jesus
Segundo o pastor, o quarto cálice da Páscoa, relacionado ao reino, ganhou plena concretização na crucificação de Jesus. O momento de entrega envolve olhar para o peso da paixão, como parte do plano divino de salvação.
Engel afirma que, no Getsêmani, Jesus já contemplava o custo da entrega e, na cruz, chega a consumação desse plano, marcando a conclusão da obra redentora.
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