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Papa Leo XIV faz primeira bênção de Páscoa e convoca a escolher a paz

No seu primeiro Domingo de Páscoa como papa, Leo XIV convoca desarmamento e diálogo para deter guerras e a violência mundial

Pope Leo XIV addresses the faithful from the central loggia of St. Peter's Basilica at the Vatican on Sunday 5 April 2026.
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  • No seu primeira bênção de Páscoa como pontífice, Leão XIV pediu que os que têm poder para iniciar guerras escolham a paz, por meio do diálogo.
  • Na homilia, o pontífice ressaltou a vitória sobre a morte e disse que a paz não deve ser imposta, mas construída com o encontro entre as pessoas.
  • A bênção Urbi et Orbi foi proferida a partir da loggia da Basílica de São Pedro.
  • Em Jerusalém, as celebrações foram impactadas por restrições de acesso à Igreja do Santo Sepulcro, com controles de segurança.
  • Em outras partes do Oriente Médio, as celebrações encontraram limitações: Líbano com confrontos, Emirados Árabes suspenderam missas presenciais e Damasco restringiu celebrações após ataques.

O Papa Leo XIV realizou, neste domingo 5 de abril de 2026, a primeira bênção de Páscoa como pontífice. Do balão de ouro da Praça de São Pedro, pediu que quem tem poder para provocar guerras opte pela paz, por meio do diálogo. O apelo ocorreu durante a missa de Páscoa, diante de mais de 50 mil fiéis.

Na homilia, o pontífice destacou a vitória sobre a morte como base para a construção da paz. Citou injustiças, egoísmos partidários e abusos contra os pobres, além da violência mundial. A mensagem enfatizou a esperança que nasce da ressurreição.

Depois, Leo XIV fez a bênção Urbi et Orbi, da varanda da Basílica de São Pedro. A pedido, ressaltou que a paz não pode ser imposta pela força, mas buscada dialogando e encontrando o outro.

Impacto regional e restrições

As celebrações pascais nas comunidades cristãs do Médio Oriente vêm sendo impactadas pelo conflito. Em Jerusalém, o acesso à Igreja do Santo Sepulcro foi restrito por motivos de segurança. Ponto de passagem e controles de polícia limitaram a chegada dos fiéis.

Em Líbano, áreas majoritariamente cristãs no sul sofreram com o confronto entre Israel e o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã. Em Abu Dhabi, os serviços religiosos presenciais foram suspensos devido à ameaça de ataques aéreos do Irã. Em Damasco, celebrações passaram a se limitar a missas após ataque a uma cidade cristã central.

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