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Cristãs lavam pés de mulheres presas durante evangelismo de Páscoa em Goiás

Páscoa em presídio feminino de Goiás: cristãs lavam pés das detentas e pregam o amor de Deus, em ação da ONG A.M.E

As cristãs oraram pelas detentas e pregaram sobre o amor de Deus. (Foto: Reprodução/Instagram/Shaila Manzoni)
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  • Durante a Páscoa, cristãs promoveram ação em presídio feminino de Goiás, lavando os pés das detentas.
  • As participantes, lideradas pela ONG Ame Mulheres Esquecidas (A.M.E) e pela pastora Shaila Manzoni, também serviram uma refeição, cantaram louvores e pregou o Evangelho.
  • A iniciativa buscou mostrar o amor de Deus e aproximar o divino das internas, ressaltando que o gesto não é tolerar o pecado, mas revelar o caráter divino.
  • A.M.E foi criada oficialmente em quatro de agosto de 2018; a primeira visita a presídios ocorreu em maio de dois mil e vinte, impulsionando programas como o Recomeçar para a ressocialização.
  • A organização afirma atuar em locais onde a sociedade costuma ignorar pessoas em situação de vulnerabilidade, destacando que o amor de Deus não exige mérito.

Na Páscoa, cristãs promoveram uma ação evangelística em um presídio feminino em Goiás. Durante o evento, elas lavaram os pés das detentas, serviram uma refeição, cantaram louvores e pregaram o Evangelho, buscando transmitir o amor de Deus.

As ações foram promovidas pela ONG A.M.E — Ame Mulheres Esquecidas — liderada pela pastora Shaila Manzoni. A iniciativa teve como objetivo celebrar a Páscoa e demonstrar proximidade com as internas.

Shaila afirmou que o gesto não busca elogiar erros, mas revelar o caráter de Deus. Ela ressaltou que o Evangelho confronta a lógica do merecimento e revela amor mesmo diante de situações difíceis.

As detentas receberam orações durante o momento. A pastora comentou que tocar nos pés é uma forma de estar mais perto, enfatizando que a transformação começa pela aproximação divina.

A história da A.M.E. começou após um sonho com presídio feminino. Fundada em 2018, a ONG atua na reintegração social de mulheres privadas de liberdade e já desenvolve projetos como o Recomeçar.

Desde a primeira visita a presídios, em 2020, a A.M.E. ampliou ações, campanhas de doação e voluntariado. Em menos de dois anos, tornou-se uma associação sem fins lucrativos.

A instituição enfatiza que o trabalho visa a dignidade das mulheres e a reinserção social, mesmo diante de obstáculos. E reforça que o amor não escolhe quem merece ser ajudado.

O episódio demonstra o engajamento da A.M.E. com ações promocionais de fé e serviço social, buscando impacto positivo na vida das detentas. O objetivo é ampliar o alcance da missão de amor e assistência.

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