- O pastor Lipão, fundador da igreja Onda Dura, comenta as declarações de Luana Piovani sobre os evangélicos.
- Piovani disse que “o evangélico de hoje é o que há de pior no ser humano” e classificou o grupo como “indústria política”.
- Lipão classifica a fala como distorcida da fé cristã, afirmando que é consequência de uma caricatura conveniente do cristianismo.
- Ele diz que há uma expectativa social de uma espiritualidade domesticada, silenciosa e sem confrontos, que não se posiciona diante de críticas.
- O pastor ressalta que o evangelho envolve verdade e amor, e alerta que, ao evitar rótulos, o cristão pode deixar de ser relevante. A resposta foi publicada nas redes sociais dele.
O pastor Lipão, fundador da igreja Onda Dura, respondeu às falas da atriz Luana Piovani sobre evangélicos. Ela disse que o evangélico de hoje é o pior humano e que o grupo virou indústria política. A resposta foi publicada nas redes do líder.
Lipão afirma que Piovani reagiu a uma caricatura da fé, e não ao cristianismo bíblico. Ele sustenta que a fala retrata um crente sem convicção e sem coragem.
O pastor também tratou de uma suposta pressão social sobre cristãos, dizendo que há uma expectativa de espiritualidade domesticada, que não confronta nem se posiciona. O discurso, segundo ele, não condiz com a Bíblia.
Sobre o tema, Lipão relembra que Jesus não foi crucificado por ser neutro. O evangelho, afirma, carrega amor e verdade, e a verdade pode incomodar.
Por fim, o líder afirma que o problema não é ser chamado de preconceituoso, mas abrir mão da verdade para evitar o rótulo, o que, segundo ele, compromete a relevância do cristão.
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