- O Papa Leo XIV celebrou uma missa histórica na Basílica de Nossa Senhora de África, em Argel, destacando a primeira visita papal ao país.
- Argélia recebeu o pontífice na segunda-feira, 14 de abril, abrindo uma excursão de 11 dias por quatro nações africanas.
- O evento ocorreu mesmo com chuva e ocorreu com discurso de paz e convivência entre cristãos e muçulmanos.
- A acolhida ficou a cargo do arcebispo de Argel, o Cardeal Jean-Paul Vesco, que também acompanhou o Papa em locais religiosos e simbólicos.
- A visita enfatiza o papel crescente da África na Igreja Católica e continua no próximo destino, Annaba (Hippo), em 15 de abril, ligado à figura de Santo Agostinho.
Pope Leo XIV realizou uma missa histórica na Basílica de Nossa Senhora da África, em Argel, na segunda-feira, 14 de abril. O ato ocorreu durante a primeira visita papal ao país, que contou com tempo chuvoso. A missa abriu uma turnê de 11 dias por quatro nações africanas, destacando o diálogo entre cristãos e muçulmanos.
A Basílica, situada no morro com vista para o Mar Mediterrâneo, recebeu clérigos e fiéis. O pontífice enfatizou a paz e a coexistência em meio a tensões globais. O anfitrião foi o Cardeal Jean-Paul Vesco, arcebispo de Argel, que acompanhou Leo XIV aos locais religiosos.
Vesco tem sido defensor do diálogo inter-religioso e da aproximação entre cristãos e muçulmanos. A viagem ganha peso simbólico por parte de uma comunidade católica na Argélia, estimada em cerca de 9 mil pessoas, em sua maioria residentes estrangeiros.
A basílica é reconhecida como espaço de encontro entre fés distintas, frequentemente visitado por fiéis muçulmanos. Leo XIV conectou sua mensagem a Santo Agostinho, nascido na região e figura central de sua ordem agostiniana.
Agenda e desdobramentos
Na terça-feira, 15 de abril, o Papa seguirá para Annaba, antiga Hipona, onde Agostinho atuou por quase três décadas. A Santa Sé informou que a viagem reforça o papel crescente da África na Igreja Católica no mundo.
O tour está inserido na estratégia da Igreja de ampliar presença e diálogo no continente. A visita também busca fortalecer relações entre comunidades locais e estrangeiras. A imprensa acompanhará as próximas etapas com foco em atos religiosos e encontros institucionais.
Ao longo da passagem, o Vaticano destacou que a viagem evidencia a mobilidade da Igreja na África. A cobertura enfatizará atividades religiosas, encontros com lideranças locais e visitas a sítios históricos.
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