- Durante uma ação evangelística em uma prisão feminina nos EUA, uma detenta de 17 anos de encarceramento se rende a Jesus e é batizada em uma banheira improvisada no pátio.
- O culto foi promovido pelo ministério prisional God Behind Bars, com ministração da evangelista Jennie Allen, conhecida por liderar grandes ações de fé nos EUA.
- Antes do batismo, a evangelista pergunta o que a detenta quer deixar para trás; ela diz que quer abandonar a tristeza e ser digna.
- Jennie Allen afirma que a mulher não é definida pelo passado e que, por causa de Jesus, ela é digna e livre.
- Segundo o ministério, Deus Behind Bars atua desde 2009, já alcançou mais de um milhão de presos e ressalta que cerca de 92% dos presos devem ser libertados e 75% podem retornar à prisão em três anos.
Durante uma ação evangelística em uma prisão feminina nos Estados Unidos, uma detenta, com 17 anos de cárcere, se rendeu a Jesus e foi batizada no pátio da unidade.
O culto foi promovido pelo ministério prisional God Behind Bars, com participação da evangelista Jennie Allen, conhecida por conduzir grandes eventos missionários nos EUA. Diversas presas teriam se aproximado da fé naquele dia.
Antes do batismo, a detenta afirmou que desejava deixar para trás a tristeza do passado e buscar dignidade plena, segundo relatos da organização. O momento ocorreu em uma banheira improvisada no pátio da prisão.
O batismo emocionou as demais detentas presentes, que celebraram a decisão de ter uma nova vida em Cristo. A cena foi descrita como inspiradora por testemunhas no local.
God Behind Bars atua desde 2009, promovendo parcerias com igrejas para transformar a vida de presidiários e de suas famílias. A organização diz ter alcançado mais de 1 milhão de presos com o Evangelho.
Segundo o ministério, cerca de 92% dos detentos devem retornar ao convívio social após a prisão, e aproximadamente 75% podem retornar à prisão em três anos. A abordagem é centrada em necessidades físicas, espirituais e relacionais.
A instituição ressalta que seu objetivo é facilitar o acesso direto ao Evangelho, apoiar a fé dos detentos, auxiliar na recuperação de traumas e promover a reconciliação familiar, oferecendo esperança para o futuro.
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