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Leiga recebe honraria do Papa por formar gerações na igreja

Lobdine Chisim, professora leiga de Bangladesh, recebe a medalha Pro Ecclesia et Pontifice pelo formando vocações que resultaram em oito padres e sete freiras em Mariamnagar

Lobdine Chisim, que recebeu a honraria papal Pro Ecclesia et Pontifice, está ladeada pelo Padre Peter Rema (à esquerda) e pelo Padre Simon Hacha (à direita) — ambos agraciados pelo Papa com o título de monsenhor — em uma cerimônia de reconhecimento por seus serviços e contribuições à Igreja e à sociedade, realizada em 11 de janeiro de 2025, em Mymensingh, Bangladesh. (Foto: Foto cortesia de Lobdine Chisim)
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  • Lobdine Chisim, professora de 65 anos de Bangladesh, recebeu em 2025 a medalha Pro Ecclesia et Pontifice, uma das maiores honrarias concedidas a leigos pela Igreja Católica.
  • O prêmio reconhece seu serviço vitalício à Igreja, especialmente ao formar vocações religiosas e apoiar jovens em comunidades rurais.
  • Ela atuou como cuidadora de vocações: identificava jovens, os encaminhava aos seminários e os acompanhava com cartas, visitas e apoio financeiro quando necessário.
  • Motiva-se pela crença de que padres e freiras mantêm a Igreja viva, chegando a reduzir seus gastos pessoais para financiar estudos de seminaristas.
  • Em Mariamnagar, a paróquia formou pelo menos oito padres e sete freiras, com muitos atualmente em cargos de liderança, atribuídos ao apoio decisivo de Chisim durante dúvidas e crises financeiras.

Em 2025, Lobdine Chisim, uma professora de 65 anos de Bangladesh, recebeu a medalha Pro Ecclesia et Pontifice do Papa, pela dedicação à Paróquia de Mariamnagar. A homenagem reconhece sua atuação junto à Igreja Católica local.

Ela atua há décadas como mentora silenciosa, financiando e orientando jovens no caminho do sacerdócio e da vida religiosa nas comunidades rurais da região.

A honraria, uma das mais altas concedidas a leigos, celebra o serviço vitalício à Igreja Católica e o papel na formação de novas vocações religiosas em Bangladesh.

Chisim é conhecida como cuidadora de vocações. Identificava jovens com vocação, os apresentava aos seminários e os acompanhava com cartas e visitas, chegando a financiar estudos para quem vivia em situação de pobreza.

Sua motivação é clara: acredita que padres e freiras mantêm a Igreja viva e prestam serviço essencial à sociedade. Em diversas ocasiões, reduziu gastos pessoais para garantir recursos educativos aos seminaristas.

Na Paróquia de Mariamnagar, o trabalho de Chisim resultou na formação de pelo menos oito padres e sete freiras, muitos hoje em cargos de liderança. Esses religiosos creditam a ela apoio decisivo em momentos de dúvida ou crise financeira.

A atuação também é reconhecida pela Diocese de Mymensingh. O bispo local já a procurou para aconselhar seminaristas que estavam hesitantes antes da ordenação, ajudando-os a manter o chamado ao ministério.

Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela Gazeta do Povo.

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