- Em julho de 2024, Miguel recebeu o diagnóstico de tumor cerebral após atendimento de emergência, levando a cirurgia e tratamento imediato.
- Durante a internação, Miguel relatou à esposa Virginia ter vivido uma experiência com Deus, descrevendo um abraço espiritual e a certeza de que Deus existe.
- O casal fortaleceu a fé: rezavam o rosário diariamente, Miguel visitava pacientes com a estátua da Virgem Peregrina e o tumor foi considerado agressivo e incurável após a biópsia.
- O tumor retornou em julho de 2025; Miguel foi para cuidados paliativos e faleceu em 10 de março, rodeado de tranquilidade e da fé que irradiava.
- Virginia pretende levar a história a quem enfrenta doenças semelhantes, destacando o apoio das orações e a certeza de que Deus está presente, mesmo diante da doença.
A história de Virginia Pérez de Santana e seu marido, Miguel, ganhou dimensão ao longo de 2024 e 2025, quando a família enfrentou diagnóstico de tumor cerebral e uma experiência que, segundo Virginia, reforçou a fé do casal. O episódio ganhou repercussão após Miguel dizer que houve um encontro com Deus durante o período de internação.
Miguel, dentista, procurou atendimento médico em julho de 2024 após dores de cabeça intensas e progressiva perda de mobilidade. Durante o atendimento, o casal recebeu o diagnóstico de tumor cerebral e a necessidade de cirurgia de emergência. No hospital, Miguel relatou uma experiência espiritual que lhe transmitiu serenidade e a certeza da presença divina, conforme relatos da esposa.
A pessoa operada recebeu alta 15 dias depois, com diagnóstico adicional de tumor agressivo e incurável. A partir de então, Virginia informou que o marido manteve uma atitude de aceitação e fé, mantendo práticas como a oração diária e visitas a outros pacientes. Amigos e familiares formaram um grupo de apoio que cresceu entre a comunidade, fortalecendo a rede de oração.
Transformação espiritual e continuidade do tratamento
Em julho de 2025 o tumor retornou com maior agressividade. O casal manteve a postura de aceitar o que fosse decidido pela medicina e pela fé, sempre ressaltando a importância do apoio espiritual. Miguel foi internado em cuidados paliativos em fevereiro, na Clínica Navarra, em Madri, e faleceu em 10 de março.
Durante o período de internação final, Virginia recebeu a permanência de paz que, segundo ela, também foi percebida pelos médicos de cuidados paliativos. O sofrimento foi compartilhado com os filhos e com a comunidade escolar dos filhos, que se uniu em orações. Virginia destaca que o apoio de um círculo de fé ajudou a enfrentar a doença.
A família acredita que a experiência vivida por Miguel pode servir de referência para outras pessoas em situações semelhantes. Virginia afirma que a fé do marido, combinada com a sua, gerou um testemunho de fé que pode consolar e inspirar quem está passando por doença grave. Ela enfatiza a importância de reconhecer sinais de apoio e de manter a esperança, independentemente do desfecho.
Entre na conversa da comunidade