- O texto afirma que combater o bullying não é pauta secundária da igreja e faz parte da missão cristã.
- A raiz do bullying é social e espiritual, ligado à imagem de Deus e ao esquecimento dessa verdade (Gênesis 1.26–27).
- O pentecostalismo, ao enfatizar o Espírito Santo, edifica o corpo de Cristo e transforma o caráter das pessoas, refletindo no fruto do Espírito (amor, bondade, mansidão e domínio próprio).
- A igreja precisa olhar para dentro, evitar exclusão e humilhação, e ser espaço de cura, restauração de identidades e reconciliação de relacionamentos.
- O Espírito Santo convence do pecado, gera sensibilidade e conduz a mudanças reais; a comunidade deve ensinar, orientar e viver o Evangelho, indo além das palavras.
O debate sobre bullying não é apenas uma pauta escolar ou de redes sociais. Um artigo publicado por Ediudson Fontes, pastor auxiliar da Assembleia de Deus Cidade Santa (RJ), aborda como a fé pentecostal pode contribuir para enfrentar esse problema. O texto ressalta que o bullying reflete crises de valores e distorções na maneira de enxergar o próximo, indo além do âmbito social.
Fontes do artigo argumentam que o enfrentamento do bullying requer transformação prática, não apenas discurso. A base bíblica citada aponta que todos foram criados à imagem de Deus, o que deveria impedir a desumanização. Nesse sentido, a atuação do Espírito Santo é apresentada como capaz de edificar o caráter dos fiéis e promover mudanças reais.
O texto afirma que o fruto do Espírito — amor, bondade, mansidão e domínio próprio — contrapõe diretamente o comportamento que leva ao bullying. Ao mesmo tempo, aponta para uma necessidade interna na igreja: ambientes cristãos podem reproduzir exclusão e humilhação, enfraquecendo a mensagem. Assim, a convivência precisa ser coerente com os ensinamentos.
Segundo a coluna, a igreja não deve apenas oferecer discurso, mas criar um espaço de cura. Quando praticada com consistência, a comunidade cristã pode acolher feridos, restaurar identidades e reconstruir relacionamentos. O Espírito é visto como agente de convicção do pecado, de sensibilidade e de transformação do coração, levando pessoas que feriam os outros a mudanças reais.
O autor conclui que combater o bullying faz parte da missão cristã e que a igreja precisa ir além da retórica. A resposta, conforme o texto, passa por ensinar, orientar e corrigir, mantendo o foco na prática do Evangelho. A obra reforça que a força da mensagem pentecostal está na maneira como os fiéis tratam uns aos outros.
Autor do texto é Ediudson Fontes, identificado como pastor auxiliar da Assembleia de Deus Cidade Santa (RJ) e pesquisador em teologia. O artigo ressalta que o conteúdo reflete a colaboração voluntária do autor e não representa necessariamente a posição oficial de nenhum portal.
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