- Pastora Helena Raquel, uma das pregadoras do 41º Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora, em Camboriú (SC), destacou violência doméstica e pedofilia.
- Em tom enfático, pediu às mulheres evangélicas que denunciem agressões em delegacia, afirmando que quem agride pode matar.
- Citou dados da Safernet sobre brasileiros em grupos de pornografia infantil, sugerindo que perfis desse tipo estariam presentes no congresso.
- Garantiu que pedófilo não é ungido, é criminoso, e orientou o uso de canais de denúncia como Ligue 180 e Disque 100.
- A pregação no YouTube já ultrapassou meio milhão de visualizações, com comentários de apoio e relatos de vítimas.
A pastora Helena Raquel trouxe uma pregação de impacto no 41° Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora (GMUH), realizado em Camboriú, Santa Catarina, no domingo, 3 de maio. Ela usou um trecho bíblico de Juízes para enfatizar a violência contra mulheres e a omissão de lideranças, direcionando a mensagem a mulheres evangélicas que sofrem agressões. A fala ocorreu durante a transmissão do evento, com divulgação pela imprensa e plataformas.
Raquel pediu que mulheres denunciassem violência doméstica, dizendo para parar de orar e buscar ajuda na delegacia, ao afirmar que quem agride causa morte. Ela também criticou a omissão de autoridades religiosas diante dessas situações e citou dados da Safernet sobre participação de brasileiros em grupos de pornografia infantil.
A evangelista destacou a gravidade da pedofilia, ao afirmar que pedófilo não é ungido, é criminoso, e orientou comunidades a buscar canais de denúncia, como Ligue 180 e Disque 100. A mensagem ganhou contornos de alerta público e já acumula visualizações no YouTube, com comentários que valorizam a postura e relatam experiências de violência.
Contexto e repercussão
O discurso ocorreu durante o evento religioso em Camboriú, com desdobramentos nas redes e entre fiéis. Dados citados por Raquel incluem estatísticas da Safernet sobre crimes sexuais envolvendo menores. A fala também mobiliza adoção de medidas de proteção para vítimas de violência e de abuso. O conteúdo repercutiu entre diferentes públicos, variando de apoio a críticas.
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